quinta-feira, 1 de março de 2012

Os Vingadores - Agora a Porra Ficou Séria!

Caros amigos,

Venho por meio desta, falar de coisa séria.
Dia coatro de maio estreia, não só aí na sua cidade, como também aqui na minha, este que é um dos filmes mais aguardados da história do cinema recente (e tomando a liberdade de falar pelos habitantes das décadas de quarenta, cinquenta, sessenta e setenta, do cinema antigo também). Na cidade do Homem-Aranha em pessoa, o filme estreia já em 27 de abril.

Pois bem, esta película é responsável por trazer à nossas cansadas retinas, uma caralhada de destruição da civilização terráquea, somada à níveis estratosféricos de porradarização filmada em terceira dimensão para que possamos, enfim, sentirmo-nos como os habitatentes de Nova York, Metrópolis ou Japão se sentem quando o mundo resolve ser atacado por algum psicopata com roupa esquisita e precisa chamar uns heróis fodidões para resolver a treta.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Medo do Desconhecido

E uma pausa rápida no pré-projeto do TCC para a lembrança de um momento que vivi há quase um ano atrás, quando estava sentado na poltrona do cinema, no dia do aniversário de uma exuberante mulher que, por sinal, estava sentada do meu lado. Eu olhei para ela e disse "meu bem, agora nós veremos um dos melhores filmes já feitos pelo homem" ao passo que ela sorriu do meu jeito extramemente empolgado pelo que estava prestes a vir, como uma criança que admira um astrounauta. Era nossa exibição de Toy Story 3, e estávamos prestes a ver o curta Dia e Noite que antecede o filme.


Eu só conseguia pensar "minha nossa senhora, eu quero chorar com um curta de cinco minutos que veio antes do filme que óbviamente me faria chorar". Aquilo era lindo demais para ficar perdido no tempo e deixo abaixo as palavras que tanto me tocaram aquela noite, quando eu me preparava para assistir o encerramento da saga do menino Andy.


Medo do desconhecido.


Eles são amedrontados por novas ideias. Eles estão cheios de preconceitos, não baseados em nada que diz respeito à realidade, mas baseados em... se algo é novo, eu rejeito imediatamente, porque é apavorante para mim. 
Ao invés disso, eles continuam com o que lhes é familiar.


Sabem, para mim, as coisas mais bonitas em todo o universo... são as mais misteriosas.


O texto é de uma palestra do Dr. Wayner Dyer , um advogado, escritor e palestrante de auto-ajuda estadunidense, realizada em 1970. Por ele ter cedido o áudio a Pixar retribuiu a honraria lhe cedendo uma exibição particular de Toy Story 3.
Os créditos da legenda vão para o Rex, do Legendas.tv.

terça-feira, 8 de março de 2011

A audição pode alterar a visão?

Seus lindos, eu sei que estou deveras atrasado com meus posts, e estou devendo um inteiro sobre o ato de mudar, não é? Bem... Prometo que ainda lerão isto por aqui, mas vai ficar para depois, hoje o assunto não tem muito a ver com a mudança pessoal, mas tem a ver com a mudança de alguns paradigmas... ou será que estou enganado?


Tava aqui refletindo sobre como as trilhas sonoras estão passando por uma mudança brusca. Hoje temos vários artistas independentes criando para produções cinematográficas orçadas em centenas de milhões de dinheiros, ou as vezes artistas conhecidos, mas que não fazem o perfil dessas produções.


terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Mude, ou Quase Isso


Escrever não é uma coisa muito difícil, mas fazê-lo bem, aí sim... não é a atividade mais fácil do mundo. Agora, imagine você o problema em que se mete um escritor quando cria um texto que de tão bom e inspirador, dá a alguém a brilhante ideia de tomá-lo como seu. Ou até não tomar para si, mas achar que um outro autor, "mais conhecido", mereça levar os créditos.

Às vezes isso não acontece por maldade (só por burrice mesmo), quando, só pra citar um exemplo, alguém te manda aquele email com uma poesia ou uma crônica dando a ela a autoria de Carlos Drummond de Andrade, William Sheakspeare e até mesmo Clarice Lispector, sem que a pessoa sequer tenha procurado a fonte (ou sem que tenha lido o autor a quem está dando o texto). Ou quando o sujeito dá a um desses autores (além de outros, não citados) a autoria do texto, para que o mesmo seja lido com maior credibilidade. Isso é triste.