Sobre o Autor

Quem é Filyppe Saraiva?



Filyppe Saraiva foi arrancado do ventre quente de sua mamãe e trazido a esse mundo assustador e cruel no dia 13 de maio de 1987. Desde então, ele se utiliza desta desculpa para que nesta data as pessoas mais próximas lhe compensem por tamanho trauma, presenteando-o com muitas coisas legais e algumas roupas e meias. Fantasia que é um super-herói sem poder.


Ele é completamente encantado pela Fran Saraiva (clique aqui e veja essa amore diz que ela o ajudou muito a completar várias das coisas que constavam na lista dele de Coisas a Fazer Enquanto Vivo, tipo... Andar de mãos dadas, Tomar Sorvete, Fazer um Piquenique, Namorar sob as estrelas ou Tocar um seio feminino de verdade.

Sempre que classifica algo, Filyppe o faz utilizando três adjetivos. Ele acredita que essa é uma mania engraçada, divertida e deixa os textos mais bonitos, mas não vamos julgá-lo apenas por isso.

Filyppe é um publicitário em formação, entretanto, independente de possuir um diploma ou não, é um criativo, ou como pessoas como nós costumamos chamar pessoas como ele, um esquisito. Segundo palavras do próprio Filyppe "...qualquer ideia pode dar certo, basta ter força de vontade, determinação e um bom planejamento. E ajuda muito ter também um balde cheio de dinheiro (e outro cheio de sorvete)."

O garoto costuma brincar de ser poeta nas horas vagas, desenhando formas com palavras...
"Há quem não acredite, mas, assim como o Mark Zuckerberg criou o Facebook para trepar arrumar garotas, o mesmo aconteceu comigo, na poesia. Consegui umas garotas beeem legais por conta disso." - diz Filyppe.

Assume ser pouco discreto e brinca bastante sobre estar acima do peso. Costuma debochar das atividades físicas, como mecanismo de auto-defesa... "Afinal, é como diz o grande provérbio "ria da sua desgraça antes que os outros façam isso por você", e eu não gostaria de assumir aqui que são os exercícios físicos que debocham de mim." - diz isso com risos engasgados, enfrentando minha cara de desencorajamento.

Assume que é egocêntrico, e isso é um fato. Filyppe costuma dizer que o mundo girar ao redor de sua cabeça titânica foi a melhor desculpa que ele arrumou para ter uma cabeça tão avantajada.

Diz que mesmo sendo egocêntrico, gosta de passar bastante tempo com os amigos e a família, dando várias festas temáticas entre eles.


FELIPE E SEUS AMIGOS EM FESTA TEMÁTICA DE O SENHOR DOS ANÉIS

Filyppe diz que costuma ser levemente comediante, mas admite que é pouco engraçado.

Comenta que admira gente como Walt Disney, Will Smith, Seth Cohen, William ShakspeareBeatrix KiddoEminem, Obi-Wan Kenobi e John Lasseter. Gosta de bandas de rock, música eletrônica e está começando a ouvir algumas canções sertanejas por má influência de amigos. É fã de revistas em quadrinhos e seriados, além de colecionar filmes e livros por compulsão.

Filyppe se abre e diz "não acho o Dan Brown a merda que todo mundo diz que é, e até me diverti bastante com O Código DaVinci. Definitamente gostei muito do final de Lost!"

Às vezes, divaga...

Já dirigiu um videoclipe, e já co-dirigiu e co-roteirizou dois clipes.
Quando questionado sobre como foram essas experiências, Filyppe diz que o trabalho árduo nunca foi tão gratificante.

Costuma achar que a vida é um filme, e diz que apesar de ser dublado em português, não é um filme nacional. Reclama do cinema nacional e diz "Pois que me prendam, eu não gosto muito de filme nacional. E dizer isso no Brasil é quase pecado. Metade dos fãs da Globo Filmes vai querer te atacar e a outra metade, fãs de documentários ou do Glauber Rocha vai ficar afetadíssima. O cinema nacional hoje é cinema de ator e a bola da vez é Ingrid Whatever... Todos os seus filmes são iguais."

Tem orgulho de dizer que é NERD, com orgulho, desde antes da modinha.

Filyppe diz que às vezes, soa meio cansado, meio tarado ou totalmente maluco, mas não deixa de ser um convicto, um completo apaixonado - sempre. Se define como meio príncipe encantado e meio cafajeste, mas, definitivamente mais mocinho que bandido. E finaliza dizendo que é a obsessão por fazer da vida uma história para contar aos herdeiros dos herdeiros.

"Já trabalhei com gente linda, gente feia. Já ganhei muito e pouco dinheiro e já - como toda pessoa de sucesso (leia-se Quentin Tarantino e Adam Brody) - trabalhei como balconista numa vídeo-locadora." - diz.

Nunca ganhou A Cabana em dinâmica de amigo-oculto, não gosta de comida agridoce, adooooora música com assovio, não acha O Iluminado tudo o que dizem por aí e para terminar, me questionou sobre quem vai ler isso aqui, além de mim, dele, da Fran e da mãe dele, claro.

Se você leu, deixe aí um comentário, para que ele possa sorrir (ou não).

Da Redação