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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

De Volta Para o Presente

Brasília, domingo, 24 de dezembro de 2006 


Será mais um recomeço? 

Acredito que não! Esse é o começo. O novo começo. 
Para isso servem as horas, os dias, os meses e os anos. 
O que você não fez a um momento atrás, pode corrigir agora. Pode realizar agora. 
E quando você erra? Bem... Vai sempre haver um final de ano novo para que você deixe os erros para trás e comece do zero, acertando. 
A passagem de ano, passa então a ser apenas um mero simbolismo? 
Não! 
Se você acredita que as coisas realmente podem mudar, que o que havia de podre, ruim, vencido ou mofado dentro de você realmente ficou pra trás, isso se tonará um fato. 

"Você é a mudança que deseja para o mundo." 

Mudar é complicado e as vezes sofrido, mas é recompensante. 
Pense nas atitudes positivas que deseja realizar e confie no seu instinto. 
Satisfaça-se. 
Lembre porém das palavras, ações e talvez pessoas ou lembranças que quer ou que tem de deixar pra trás. 
Nós não somos como uma enorme bolsa sem fundo. As vezes, carregar memórias demais torna-se cansativo e cansados não seguimos adiante. 

Porém, não deixe nunca os momentos verdadeiramente felizes para trás. 
Eles são o mapa da mina dos sorrisos e provavelmente o que ainda vai te salvar de se perder na solidão. 

Reavalie suas prioridades, corrija seus erros. 
E no momento da virada, comece do zero uma nova vida. 
Nada de "recomeçar". 
É apenas começar. Começar. 

Feliz Natal! E boas energias pra 2007.



E esse era o texto de (re)abertura de um dos meus primeiros (e mais querido) blogs. No fim do ano de 2006, começo de 2007...

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Lá e De Volta Outra Vez

Ficar sem escrever por muito tempo aqui é, de certa forma, frustrante. É como um retorno ao irritante, problemático e limitador 'primeiro post'.
De qualquer maneira, o que tenho a dizer é que... tenho tanto a dizer que não sei onde e nem como começar.
Essa é a quinta ou sexta vez esse mês, em que abro o editor de textos do blog e digito alguma coisa, apago tudo e o fecho sem brincar.

São tantos pensamentos correndo soltos para dentro do estábulo, se trancando e de vez em quando comendo e procriando, que acabo esquecendo de compartilhá-los.

Então, vou tentar expor essas idéias, pra ver se assim, elas deixam de me atormentar diariamente. Ou quase isso.

Em 2009 escrevi apenas nove textos para o blog.

Espero que em 2010 eu tenha a oportunidade de escrever muito mais que dez textos.
Quem sabe, dez vezes dez.

Desde já,

Obrigado a você, leitor.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Se eu peco é na vontade

Há quase duas semanas venho querendo escrever por aqui, mas simplesmente não sabia o que ou porque!
Então resolvi desligar a barreira da formatação que queria dar ao texto, botei a música mais brega que podia pôr pra tocar aqui e vim escrever...

Procurando o meu sossego, procurando meu sufoco.
Me meti a querer corrigir a posição dos móveis sendo rearrumados aqui em casa, porque afinal, um quarto ficou sobrando desde que minha avózinha foi para junto de Deus!
Eu divido um quarto com três pessoas, ou melhor, dividia. Meu tio migrou para o quarto da vovó e aqui ficou com a vaga de uma cama sobrando. Numa casa com sete pessoas, o espaço de uma cama é valiosíssimo.
Acabei ganhando um indesejável guarda-roupa, já que minhas camisetas ficavam numa arara-armada, e eu preferia como estavam, mas minha mãe não.

Além dessa arrumação, tem a outra, mais complicada. Arrumar a vida.
Botei os móveis todos pra fora e estou com uma preguiça danada de colocá-los todos pra dentro novamente. Parece que não vão caber nem com bastante esforço.

Ando sem ânimo para a faculdade, para a leitura, para a escrita, para o trabalho, para a vida.
Precisando constantemente de café, nada de saúde.
Sinto que em breve, se não concerto isso, vou ser bombardeado por todos os lados.

Consigo sim, achar a poesia nas pequenas coisas... mas passo longe de transpassá-las ao papel, como fazia com certa facilidade. Preciso encontrar o meu eixo, minha abscissa e minha ordenada.
Mas, se o sono é mais forte, me entrego...

Então, enquanto ando torto, a quem lê o blog, fica a dica. Parafraseando Marcelo Camelo, na última faixa do lindíssimo Los Hermanos na Fundição Progresso:

BRIGADÃO PORRA, VOCÊS SÃO A MELHOR PLATÉIA DO MUNDO!

sexta-feira, 28 de março de 2008

Direto da sala da justiça...

Postando diretamente da sala de prova onde eu deveria estar respondendo algumas questões de português, de redação, mais especificamente.

Cite dois exemplos... putz! Nada me vêm na cabeça. Só consigo pensar em outras coisas como assistir tv, ler um livro ou ir ao banco encerrar a conta, o que provavelmente eu não vou mais fazer hoje.

Aniversário da minha mãe e mais uma vez a terrível sensação de estar a baixo das espectativas dela. Não pensei em nada... ou até pensei, mas não cheguei a concretizar coisa alguma. Preciso tentar caprichar no dia das mães.

Vou fazer minha prova.

Até mais...

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Sobre a falta de atualizações

Para explicar a falta de atualizações do blog ultimamente, trago à vocês um trecho de O Hobbit, de J. R. R. Tolkien:
"É estranho, mas as coisas boas e os dias agradáveis são narrados depressa, e não há muito que ouvir sobre elas, enquanto as coisas desconfortáveis, palpitantes e até mesmo horríveis podem dar uma boa história e levar um bom tempo prara contar."

Em breve volto com novidades!

;)

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Enrolando...

Eu tinha um tema para escrever, ele era "Superando o medo do desconhecido" ou algo assim. No entanto, eu perdi as palavras todas. Senti que elas saíam da minha cabeça e iam pousar em textos já escritos por outras pessoas, textos que li há anos e mesmo alguns que relia enquanto pensava no que escrever.

Então, lembrei que queria muito escrever, por já ter bastante tempo que não me dedicava a isso. Numa conexão psicológica impossível de transcrever, liguei isso a um trecho de O Hobbit, do J.R.R. Tolkien...
"É estranho, mas as coisas boas e os dias agradáveis são narrados depressa, e não há muito que ouvir sobre eles, enquanto as coisas desconfortáveis, palpitantes e até mesmo horríveis podem dar uma boa história e levar um bom tempo para contar."

J.R.R.Tolkien - O Hobbit

Tolkien não podia estar mais certo.
Quando se está feliz, tudo o que se quer é sentir o momento, como se jamais fosse ocorrer novamente, não importando coisas "frívolas" como escrever sobre a causa da felicidade ou mesmo narrar a alguém.
Em oposição a isto, se nosso coração está partido, se sofremos alguma dor ou passamos por um infortúnio, a vontade é a de livrar-se daquele sentimento da maneira mais rápida possível. Recorremos aos amigos, para que nos ouçam; buscamos conforto em páginas em branco de velhos diários; por vezes transformamos nossa dor em novela, nas páginas virtuais de blogs, fotologs, twitters e derivados.


Há quem diga também que a dor é inspiradora. Lembro de ler algo parecido, escrito por Machado de Assis ou alguém famoso, no encarte de um cd do Dj. Patife. O autor falava sobre como a dor pode ser produtiva e como o amor pode viver de dor. Sem dor, não há amor...
E sobre amor eu não quero comentar muito. Dona Bruna disse que eu terei outra visão deste sentimento após assistir a um determinado filme... (e assim que eu terminar de vê-lo, venho aqui meter o meu bedelho).

Então, esse post estranho sobre ócio criativo, amor, preguiça, felicidade, J.R.R. Tokien e Dona Bruna vão ficando por aqui, com a proposta de que as pessoas dediquem mais de seu tempo a narrar os momentos felizes... Quem sabe assim, quando bater aquela velha tristeza, ao dar uma lida no texto sobre estar feliz você não lembra como é o caminho que tem que percorrer para estar assim novamente! Certo?