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domingo, 9 de agosto de 2015

Sobre Esse Tal de Dia dos Pais

Eu nunca fui muito familiarizado com essa data.
Como eu não conheci meu pai, eram da minha mãe os presentes na escolinha, e eu não cheguei a ter esse curso que vai desde como arrumar carros a gostar de times de futebol que muitos de vocês tiveram a oportunidade de ter.
Mas antes que você pense "coitadinho dele", eu lembro a você que tive uma mãe que fez o possível e o inenarrável pra nunca deixar me faltar comida, quadrinhos da Turma da Mônica, folha pautada, Lego, educação e carinho. Não sou muito bom em matemática, mas posso afirmar que saí ganhando nessa equação fácil fácil.

Mas a verdade é que, no fim das contas, eu não tinha muita experiência. O que eu sei sobre ser pai é uma mistura do que aprendi com minha mãe, mais o que aprendi assistindo Rei Leão; Eu, a Patroa e as Crianças; O Paizão; Querida Encolhi as Crianças; Rocky e até Star Wars e, bem, esse filme aí abaixo. Ou seja, acho que aprendi o suficiente pra poder entrar nessa e continuar aprendendo.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Porque se seu amor fosse tudo o que eu tenho...

‎4 meses do nosso casamento, Fran Saraiva, e tudo o que eu faço é acordar de manhã e agradecer a Deus por ter você aqui, brilhando aqui do lado, sorrindo quando me vê tentando fazer algo que para você é normal (tipo cozinhar arroz), me abraçando quando vê meus planos dando errado e mostrando que na verdade eles deram mais certo do que eu imaginava, me apoiando, implorando por um novo episódio de Lost, topando minhas peripécias culinárias, vivendo do meu lado, dando pra esse nosso lar o amor que nunca falta. Daí vem todo o respeito e admiração que eu sinto por você. Você é ÉPICA, AWESOME, FANTÁSTICA, LINDA, ÚNICA. A melhor garota do mundo.
Sempre será a minha garota!

4 meses depois só me resta agradecer. Eu te amo!

E nesse momento está tocando essa aqui, e que fique registrado aqui agora e pra sempre. Meu tudo!


"Porque se seu amor fosse tudo que eu tivesse nessa vida
Bem... isso seria o suficiente até o fim dos tempos
Então descanse seu coração cansado e relaxe sua mente
Por que eu vou te amar até o fim dos tempos"


sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Feliz 2011 ou Porque Eu Tenho Orgulho de Ser Saraiva

Para começo de conversa, aí vai o vídeo Homenagem às Gerações - Natal Saraiva que foi produzido por mim e pelo Bruno Saraiva. O vídeo é um passeio por momentos de nossa grande e incrível família e foi feito para ser apresentado em nosso tradicional encontro de natal. A mensagem é de gratidão aos que nos trouxeram até onde estamos hoje e um pedido silencioso de força e ajuda para que continuemos daqui, com o bastão passado a nossas mãos.





quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Cinema: Harry Potter e as Relíquias da Morte, Parte I

Antes de começar, aviso que o texto a seguir contém spoilers. Leia por sua conta e risco.



Eu pude ver o filme na primeira sessão de exibição ao público aberto, em Brasília, e minha nossa... que filme...


Começa com uma cena que é exclusividade da versão cinematográfica, aonde Hermione apaga a memória de seus pais para partir com os amigos em busca da aniquilação d'Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado. Essa cena foi um pedido do diretor do filme, David Yates, ao roteirista Steve Kloves, uma vez que no livro a passagem era mencionada e acredito que tenha contribuido com o clima de "fim da inocência" que permeia todo a película. 

E por falar em roteiro, ouso dizer que Kloves acertou pela primeira vez na série, cuidando da essencialidade do que é visto em tela, retirando excessos ou adaptando trechos de maneiras tão criativas que em algumas ocasiões, talvez tenham ficado melhores que em suas versões literárias (Edwiges, estou olhando para você).

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Sobre Como Fazer Amigos (e Mantê-los)

Gostaria de agradecer à Phoebe, Rachel, Ross, Monica, Chandler e Joey. De alguma forma, cresci muito, junto com vocês.



Então, fica aqui o meu Muito Obrigado... por tudo.

sábado, 31 de janeiro de 2009

2000inove

Olá coleguinho, olá coleguinha,

Como foi o seu janeiro?
É meu querido, minha querida. Janeiro veio e se foi, rápido como o Tom Cruise correndo em qualquer um dos filmes onde ele corre. Como bem disse o pessoal do Jovem Nerd, ele provavelmente é filmado em câmera lenta, para que as pessoas possam acompanhar ele correndo, como se fosse em velocidade normal. E eu mudei drasticamente de assunto, somente para dizer que sim, janeiro se foi. Foi como uma pomba no cio atrás de... tá, já entendi.

Em janeiro, primeiro mês do ano nos calendários juliano e gregoriano, composto por 31 dias, com um nome provindo do latim, enfim... é neste mês que a maioria das pessoas viaja para algum lugar remoto, descansa do trabalho ou tira horas vagas para alimentar-se mais e mais.
É também em janeiro que começamos a perceber quais metas de ano novo nós realmente vamos cumprir.

Neste janeiro, neste ano, o que você fez, ameiguinho?

Eu fiquei em casa o quanto pude, li, assisti à diversos filmes, aprendi a montar meus próprios DVD's, adoeci duas vezes, marquei minhas aulas de volante, joguei Imagem e Ação por duas vezes, trabalhei e folguei dobrado, tirei sangue e fiquei com vergão no braço, fui tão sincero como pensei que nunca poderia ser, voltei a ter contato com pessoas queridíssimas, conheci gente nova, sai com os amigos e lutei contra o sono (mesmo querendo sempre perder)...
Eu quis que esse começo de ano fosse inesquecível, e pode apostar, ele será.

Pra esse ano, repleto de mudanças, eu espero força pra não desistir e garra pra conquistar o que é meu sem passar por cima dos mais fracos (mais fraco que eu?! MAAUAHUAHUA). Uma volta às origens de mim mesmo, afinal, por mais que as coisas mudem daqui pra fente, Recordar é (e sempre será, recorde-se disso) Viver.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Então, é Natal?

O que você quer ter, daqui para frente?
Quais são as coisas que você deseja conquistar? O que vale o teu suor, teu sacrifício? Quais são os medos que você vai deixar para trás? De quantos outros sonhos você vai abrir mão para alcançar os que almeja?
E se teus caminhos provarem ser impossível obter o que queres? Vai desistir?
Quando é a hora de parar de lutar? E... Para o que não se deve parar de lutar nunca?
Sabe... Se há algo que aprendi assistindo ao sofrimento da minha avó, foi que mesmo em face da dor, unidos, alcançaremos a paz de espírito e é disso que se faz a felicidade. A alegria á a presença intensa da tranqüilidade da alma, do amor!
Com a união, podemos chegar a lugares inimagináveis, alcançar o impossível e realizar o insonhável...
Há quem diga que o verdadeiro amigo é o que permanece contigo na hora da tristeza, no entanto, creio que isso seja um engano dos grandes. Uma vez que até o inimigo é capaz de suportar tuas lágrimas, tendo em vista que isso o fortalece, amigo de verdade é quem não te abandona nos momentos de alegria, porque é aí, que somos insuportáveis.
Neste momento, onde todos estamos nos reunindo, estamos contentes, podemos partilhar um pouco desta amizade, desta união, desta felicidade que permite o impossível.
O que peço, é que reflitamos um pouco sobre quem somos, aonde estamos (eu me refiro à sua vida, não ao lugar onde pôs sua bunda gorda), aonde queremos chegar e, sobretudo, o que estamos fazendo para que os nossos irmãos cheguem aonde desejam estar.
Somos responsáveis sim, uns pelos outros. Responsáveis não por levá-los aonde querem chegar, mas por abrir os caminhos para facilitar o acesso.
Que em 2009, cada um de nós espere menos reconhecimento, seja mais humilde e amoroso, mais compreensivo, que ouça mais e ouça melhor. Que aprendamos a não destruir os sonhos alheios, porque eles são o combustível da alma.
Que sejamos então, a ponte que separa quem somos hoje, sozinhos, de quem seremos amanhã, irmãos, afinal de contas... Somos todos mesmo, eternamente responsáveis por quem cativamos.
#fikdik

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Crepúsculo - Pré-Estréia

Antes de começar, gostaria de agradecer à queridíssima , que deu uma senhora atualizada aqui no blog, me cedendo um lindo texto seu. Prima, muitíssimo obrigado!

E, mesmo depois de tanta demora, volto para um post rápido, apenas pra comentar as primeiras impressões que tive sobre Crepúsculo. Considerando que quando postei aqui pela última vez ainda não havia lido o livro homônimo, houve, de lá pra cá uma pequena evoluçãozinha.

Li Crepúsculo e li Lua Nova. E, como era de se esperar, gostei muito, de ambos.
Houve uma leve preferência pelo segundo volume da história mas os dois são excelentes.

Voltando ao filme.
Hoje, então, numa pré-estréia lotadíssima, fui conferir o filme, que conta com a Kirsten Sterwart e o Robert Pattinson no elenco e... noooosa, que adaptação perfeita!

Muito bem acompanhado, eu me diverti bastante. A Fran, a Kate, o Danilo e o Eduardo, um amigo dos meninos e encontrando lá, o Fant... Todos curtiram o filme.

De qualquer forma, volto pra falar mais dele depois.

E prima, obrigado pelo presente e pela atualização...

De verdade, espero que goste!

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

"I promise you I will learn from my mistakes..."

Essa semana, minha avó, a minha maior mestra, minha professora, minha mãe, o orgulho da minha herança, minha fonte de sabedoria infinita, de fé, meu Dumbledore particular, a Dona Izabel Saraiva Barboza, faleceu...

E eu fico aqui... Caçando as palavras entre as lágrimas pra prosseguir com a vida.

Tô me preparando no entanto, pra empreender uma viagem...
Já arrumei papel, caneta e algumas garrafas de água.
Tomei boas doses de disposição.
Em breve, vou retroceder 85 anos no tempo...


E você, Dona Izabel, esteja aonde estiver, saiba que o meu amor pela senhora é infinito.
Que eu daria tudo pra poder conversar novamente com a senhora, lhe abraçar, e ouvir suas palavras sempre exatas, sempre amenas, sempre puras...
Daria tudo pra tocar sua mão novamente, sem ver o retrato da dor que vi nos seus últimos dias.
E o que eu não daria pra vê-la apertando seu relóginho que fala as horas, pra ouvir seu rádinho de pilha...

Você levou consigo grande parte do meu coração, minha flor...
Por favor, guarde ela bem, porque eu vou dar o melhor de mim pra poder te levar o resto dele no futuro...

EU TE AMO!

...e é só o que sei sentir.

Você deixou saudades... que vão durar eternamente.

Fica com Deus!

Izabel Saraiva Barbosa
♥ 13/09/1922
☼ 26/08/2008

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

"É morena, tá tudo bem"...

Com frio nos dedos e pernas, filando internet alheia pra poder postar de longe.
Ouvindo o lindíssimo '4' do Los Hermanos, na casa da madrinha e pensando nas coisas como vão e estão.
Impressionante como bons momentos também tem seu lado negativo... Principalmente o suco do vício. O desejo da reprise!
Ontem a noite, com a Morena... Com o azul estrelado de céu, que é ela.
E tudo o mais é só o que resta, o que sobra.
Hoje, longe demais para viver o mesmo, no entanto, perto para sentir, confundo pensamentos com estrelas e histórias e seco as palavras pra dizer que era lá que gostaria de estar.
Ou com ela aqui...
Mas se sobra o sonho, resta a paz, de saber que amor bom é assim... o que tem mais falta de sobra que o inverso. Todo momento é lindo e todo desejo é bem aproveitado...
E entre dois braços, eu encontro mais que simplesmente os sonhos bons.

É lá que acho paz.

"...poderia até pensar que foi tudo sonho.
Ponho meu sapato novo e vou passear
sozinho, como der, eu vou até a beira.
Besteira qualquer nem choro mais...
Só levo a saudade morena
e é tudo que vale a pena..."

terça-feira, 15 de julho de 2008

Balada do Sussurro das Estrelas


Quem são esses dias

que me afastam de você?
De quem é a ousadia
de não me deixar te ver?

E as coisas que eu faria
para estar perto daí...
E a lua quase sempre
Vem aqui pra me ouvir, te dizer...

Um beijo e boa-noite
Que não posso te dar pessoalmente
E o meu "eu te amo"
por todos os momentos que rolaram entre a gente.
Momentos da gente...

A rotina dos dias
Vai seguindo na solidão
E o frio dessas noites
Não assombra mais meu coração

Nenhuma distância
Pode separar você de mim
O que as estrelas uniram
Vai permanecer assim, sempre assim.

Só quero que saiba
Que não tinha como ser diferente
Você ao meu lado
Faz a vida sempre mais contente
É certo que quando você voltar
Quando eu puder voltar a ser feliz
Vou abrir essas portas (do coração)
E nunca mais deixar você sair...
...de dentro de mim.

(solo de guitarra)

E eu quero que saiba
Que não tinha como ser diferente
O destino se encarregou
de unir as histórias da gente...
É certo que quando você voltar
Quando eu puder voltar a ser feliz
Vou tocar com meus lábios os teus
E tudo vai ser como a gente quis
...um princípio sem fim.

Filyppe - Balada do Sussurro das Estrelas


Para alguém que está sendo aguardada com o carinho dos segundos contados.
Princesa, te amo...

quinta-feira, 5 de junho de 2008

The Masterplan

Dia dos namorados chegando e pá e talz e como eu sei que a minha pequena princesa não lê aqui, bem... vamos aos segredos das surpresas deste ano.
No dia 12 de junho, nós completaremos 196 dias de relacionamento... Então decidi utilizar este número simbólico para criar o presente dela. No fim das contas a idéia cresceu tanto que hoje a chamo de Masterplan.
O legal é que eu fui criando códigos para as tarefas que precisava, de forma que pudesse falar sobre quase toda a idéia na presença da princesa, sem que ela entendesse do que se tratava.
Ao pensar no número 196, eu procurei um outro número que resultasse numa divisão exata e encontrei o 4. O resultado é 49. Então, 4 seria o número de formas diferentes de presentear a princesa e para cada uma dessas formas, eu utilizaria 49 ações.
Explicando:

Eu vou montar uma timeline do nosso relacionamento e ela vai ser preenchida por 4 planos de ação.

A Parte I do Masterplan foi denominada por Hp, serve para designar as fotos que utilizarei. E de quebra ainda faz ela confundir com Harry Potter. XD
Então, utilizarei 49 fotos para relembrar na timeline a evolução do nosso namoro.
A Parte II virou Lyr, de lyrics. Vem das letras de músicas escolhidas para brindar nossos momentos. 49 também!
A Parte III, codinome Qu0, ficou incumbida de organizar as 49 quotes (ou citações) de filmes e seriados que relacionem-se com a gente.
Pra terminar, a Parte IV, denominada apenas por ? serve para conteúdo produzido por mim e por ela. 49 frases do nosso relacionamento, conversas do MSN, GTalk, SMS, sinal de fumaça. XD

Preparei também um texto com 196 palavras, de forma que cada uma delas seja aplicada no verso de uma das fotos ou cartões, acompanhada de um número que é o responsável por organizar essa palavra numa determinada ordem.
Ex: 1Desde 2Que 3Eu 4Te 5Vi, 6Eu 7Te 8Quis

Esse texto é uma charada que a leva a algum outro lugar do apartamento dela (o banheiro), e de lá, para outro lugar... Enfim.
A princesa terá que buscar seu presente final.
O Master!

O presente será um par de alianças (que na verdade vai estar dentro do presente da 2ª charada, um coração de pelúcia)... A idéia é brincar de caça ao tesouro...

Mas o mais legal de tudo não é o resultado final da brincadeira, que já começou comigo empolgando ela para um presente falso e brochante. O mais legal mesmo é esse clima de Missão James Bond, sabe?!

Pra distrair da realidade...

É...

Pra isso mesmo!

Espero que ela curta.

XD

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Antes dos dias que nos tornaram mais velhos...

"Nós vivemos em um lugar bonito
Deixe o amor levar embora toda esta dor
Nós vivemos em um lugar bonito
Nós gastamos tantos dias
Nossos corações são tão negros quanto a chuva!"


Dinda e Nandinha, essa vai pra vocês, com quem eu cantei até perder a voz, chorei e sorri, banhei na chuva, me irritei e sofri.
Com vocês eu abracei o meu eu e soltei pra ele poder voar...
Então, a distância, ou as circunstâncias, ou o caralho a quatro, ou o destino, ou qualquer dessas porras quem a gente costuma chamar de "passar do tempo" vieram e congelaram minhas emoções.
Por isso eu sinto falta de vocês, que aqueciam as fibras das células internas do tecido do meu coração, independente de qual o sentimento que vocês instigavam em mim.
Resumindo, eu sinto falta do calor que vocês me propiciavam, seja pela companhia de vocês ou pela raiva que me provocavam.
Ainda há muito de vocês dentro de mim...

AMO VOCÊS!



"Nossos corações são tão negros quanto a chuva
É um lugar bonito se nós o fizermos
É um lugar bonito para ficar, sabia?!"

Beautiful Place, Good Charlotte

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Considerações Sobre o Amor

Coração com xadrezAi que confusão... Na cabeça e no coração!

Você decide que dessa vez vai dar certo e não importa o que aconteça, você vai sorrir no final. Sempre aparece algum infeliz com o clichê "se o final não é feliz, então ainda não é o final!"...
Grande merda! Continua infeliz do mesmo jeito.
E bem... A sensação que eu tenho é que o final ainda está longe de chegar e essa parte do filme está particularmente tediosa.

Você pensa por dias e decide deixar a situação na mão do coração. E o que ele faz?
Apronta uma burrada...
Depois me chamam de manipulador, de maluco, de egocêntrico.
Oras, a porra da vida é minha e eu tenho o direito (quase o dever) de poder decidir o que e quando sentir.

Também... Quem precisa do livre arbítrio?
Não seria mais fácil se Deus desse a cada um de nós um par e pronto.
A maioria ia querer trocar de vez em quando, mas...
Poxa... Esse lance de procurar a alma gêmea dá trabalho demais.
Não que eu não goste!

Lembro da época de escola... Eterno romântico incorrigível!
Como se fosse um erro que eu cometi. Uma praga que precisasse ser exterminada.
Não, o amor não é um problema.
O problema somos nós! Sempre insatisfeitos...

Tudo bem, eu concordo que às vezes, o amor pode gerar algumas contravenções.
Conheço um fulano que perdeu a vida pro amor... e não foi nada lindo!
Ele acordava apaixonado, cumpria suas obrigações apaixonado e antes de dormir, pensava na razão de sua paixão.
O fulano simplesmente deixou de viver... Só pensava no amor.

O amor vicia!
E o problema maior, é quando nos apaixonamos pelo próprio amor.
É como estar em constante queda livre!
Maldita queimação interior que não passa com goles de água, leite ou Engove.
E é um tal de estar sempre encantado, empolgado, aflito.

E é essa aflição que, cedo ou tarde, faz a gente entender o propósito de tudo!
Ou Deus não existe ou a razão maior de viver é simplesmente amar...


...e pra mim, a existência de Deus é incontestável!

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Relendo algumas sensações

Uns dias longe, encontrando meu coração e minhas razões. Alguns dias para provar os novos sabores do que já experimentei e sonhar uniformemente com o que nunca esqueci.

Bem... Talvez eu tenha sim, esquecido do sabor de uma noite com os amigos, trocando palavras inúteis e gargalhadas exageradas. Talvez eu tenha esquecido o prazer de caminhar de madrugada pelas ruas desertas, equilibrando-me sobre a faixa que divide as vias.

Quem sabe eu não me esqueci, só deixei de lembrar...

Deixei de lembrar da sensação de ser mais eu, deixei de lembrar de como é bom pensar em si e por si só, quem sabe eu não me lembrei de lembrar de como era bom sorrir como criança, passear de bicicleta sob a chuva ou chorar pra apagar mágoas, mesmo que momentâneamente.

Deitar sob as muitas gotas frias e saborear o banho divino e gratuito.

Eu, certamente não me recordava mais da expectativa que uma nova paixão produz. É um tanto de "Será?", de ansiedade, de espera... Você passa a sorrir mais e comer menos. Rejuvenesci doze anos e vinte e dois dias nas últimas duas semanas.

Não lembrava mais como era a sensação de ler um livro gostoso, debaixo das cobertas, protegido da chuva. Ler até cochilar...

E por falar em leitura, há quem costume dizer que "só se lê realmente um livro após relê-lo pela terceira vez". Eu concordo abertamente!

E sabe, com as experiências da vida não é diferente não.

Você só provou realmente aquele beijo roubado, depois de roubar mais outros três e no fim das contas... Experimentar as mais diversas situações, o maior número de vezes possível, é o que realmente torna a vida interessante.

Nada dessa busca por um grande amor!
Amor não se busca!

É ele quem encontra a gente!

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Entre a vida e a... vida!

O barulho é ensurdecedor, mas é fora ou dentro de mim?
Caramba! É dentro de mim... É meu coração bombeando sangue numa ultra velocidade, criando um som distorcido e frenético, molhando minhas mãos, secando minha boca.
Mas, o que é isso? O que é esse inverno no meu estômago? E por que tantas borboletas estão batendo as asas por lá, se nem é primavera?
Ai meu Deus! Estou tremendo... E preciso me sentar!
Não! Preciso ficar de pé! Já sei, posso pegar o celular e fazer uma ligação, eu preciso de suporte. Pouco importa se não há ninguém do outro lado, só não posso ficar só agora.
Minhas pálpebras pesadas desabam, e tudo fica escuro. Tudo!

Sinto meu rosto ferver... E está vermelho como um rubi? Mas... como? Por que?

As batidas ainda descompassadas do meu coração, como um bumbo louco tocando sem parar, aceleram mais e mais. Então me falta o ar.

Minhas pernas estão fracas, preciso me sentar, preciso me deitar!

Meu corpo todo está tremendo. E eu não entendo porque...

Será? Será isso mesmo?

Então você se levanta da cadeira, sai detrás da pequena parede clara que nos separa e sorri pra mim, que pareço estar morrendo. Você sorri e tudo faz sentido!

Eu estou apaixonado por você!


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segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Para Quando o Arco-Íris Encontrar o Pote de Ouro

A história que vou contar a seguir, não é para os de estômago ou coração fraco. Ela é para os desacreditados na força da semente de um grande amor que surge dentro de uma amizade.

Duda segurou a respiração! A multidão abriu um corredor entre ele e Luna, mesmo sem parecer ter ciência nenhuma daquilo.
Ela o encarava de frente, enquanto ele sentia o suor escorrer pelas mãos e via as muitas pessoas voltarem a caminhar normalmente.
Duda tinha certeza que aquele momento tinha sido a prova real da existência de uma força divina. Ele não precisava de mais que três segundos, o tempo exato em que as várias pessoas presentes na feira deixaram de caminhar entre os dois, para perceber o que sempre guardara pra si mesmo, Luna era a menina que ele queria - e querer aqui, tem o sentido de desejar, amar algo ou alguém profundamente - e ele não queria mais esperar.

Atravessou a multidão aos trancos, sentindo como se estivessem novamente protegendo o tesouro que lhe revelaram. Os olhares se cruzaram novamente e logo depois... um sorriso.
Luna costumava sorrir pra ele quando sentia que ele estava realizando alguma coisa potencialmente romântica e idiota, ela adorava isso nele. Era como se não ligasse pro mundo.
E ele adorava que ela adorasse isso...

Parou na frente da garota, quase sem fôlego e admirou-a da cabeça aos pés. Ela usava um All Star rosa, uma saia jeans de pregas pouco abaixo do joelho e uma camiseta sem mangas, com listras brancas, rosadas e com as alças do soutien a amostra. Os cabelos estava presos dos lados, com presilhas em forma de botão. Parecia a personagem de um desenho animado.

Ele queria dizer as muitas coisas que pensava em forma de poesia, mas só conseguiu balbuciar algo como "vem?".

Era a segunda vez que a banda tocava a mesma música essa noite, mas ele estava decidido que agora era para os dois. Passou a mão por trás dos cabelos dela, pigarreou baixinho e então disse "Quer algodão doce?", Luna sorriu... "Só se você dividir comigo!", Duda enrubesceu, "eu poderia dar algumas mordidas!".

Caminharam por alguns minutos, se divertiram em alguns brinquedos e quando a chuva começou, sentaram-se sobre um pequeno morro grameado, cercado por algumas grandes pedras. Duda olhou pra Luna, para o céu e novamente para a garota, e ela retribuiu o olhar, séria, tensa. Lá embaixo, na feira, a banda tocava a mesma música mais uma vez. A música dos dois!

Então... Ele passou novamente a mão por trás dos cabelos dela, trouxe o rosto dela para mais perto do seu e o que aconteceu a seguir eu não posso revelar. Eu não estava lá e mesmo que tivesse, acho que teria me retirado nesse momento. E ainda assim, se não tivesse me retirado, eu não iria contar a vocês que os dois deram um beijo que durou muito, muito tempo e selou enfim, uma nova etapa na relação de seis anos de amizade, que era mais um namoro em segredo para ambos. Os dois resistiam em admitir, mas souberam desde a primeira vez que ele derrubou o aquário dela numa apresentação - sim, ele fez isso duas vezes! - na aula de biologia que aquilo que sentiam não era só amizade.

Pra ser mais específico, eu posso afirmar que de onde eu vi - escondido sobre uma grande pedra cinza, pouco atrás do casal - a lua artificial da decoração da feira, feita de várias lâmpadas incandescentes, mantinha ambos num clima de amor eterno. E não tenho vergonha de dizer, que mesmo tendo se passado tantos anos, Duda Rangel e Luna Bastos continuam juntos como sempre estiveram, desde de vinte seis de abril de dois mil e dois.

Um verdadeiro amor eterno, que não ousou acabar mesmo com os conflitos, as lágrimas e a divergência no estilo literário brasileiro preferido.

Ao som de Signal Fire; Snow Patrol

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Em Qual Estação?

Na hora de sair eu prendi a corrente na alça da mochila, enrosquei o apoio da bicicleta e fui, ouvindo Hello Sunshine.

Na hora do almoço a Fernanda apareceu. A gente conversou sobre um monte de coisas, navegou na internet, fez vários planos... aí, minha mãe liga e avisa que Tia Helena ia descer a serra.
- Hey! Dinda, tipow... sua mãe vem pra cá hj... será que?
- Ah! Ela vai?! Acho que vou também!

Mais planos, mais piadas, mais sorrisos...

A Fernada encucou que existia um tal Doritos 30 quilos e que queria por que queria (não que eu não quisesse um pacote de Doritos de 30 quilos).

Depois, ela quase se perdeu aqui em Chino, mas isso foi evitado porque Nandinha possui a sabedoria das ruas (ela sabe para qual rua deve ir! XD ).

A dinda chegou e a gente decidiu ir a um shopping que fica praticamente em Orange Country. Passados uns constragimentos (e caras de c*), eu receio dizer a quem não gosta de momentos felizes que a nossa sintonia finalmente se estabilizou.
Talvez seja precipitado da minha parte afirmar isso - e encher a boca com tanta convicção - e eu pagarei o preço que me for cobrado, caso esteja errado, mas creio que aquele passeio repleto de momentos idiotas (e vergonhosos) e uma temporada de The O.C. foram necessários para recolocar as nossas ondas numas mesma frequência e estabilizar a nossa canção, creio eu.

Ainda bem que as coisas se acertaram sem mortos, sem feridos e sem a necessidade dá intervenção direta do Comandante Nascimento, afinal, aquele clima de chiado não tem muito a ver com a gente.

Ahhh! E eu sabia que se abrisse a porta do carro aquela hora, ia atrapalhar alguma coisa, mas... perco a amizade mas não perco a piada!


=D

Ouvindo: Smallville & The O.C.m3u

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Lágrima de Chuva (Killing Me)

Quatro da manhã e cá estou, acordado e confuso, ouvindo Maria Rita e refletindo sobre dias que vivi.
Essa tamanha dificuldade de abandonar o passado, que me impede de seguir em frente, por diversas vezes. São músicas que me lembram palavras, palavras que me lembram momentos, momentos que sufocam tudo.
Se eu não derramar algumas lágrimas hoje a noite, pode ter certeza que é fruto de muita força de vontade.

Na mente um dilema... Na verdade, diversos dilemas intrínsecos e cheios de significados absurdos.
Aonde, como, quando e por quê?

De onde vem essa nostalgia absurda? Essa incapacidade de aceitar que as coisas aconteceram como aconteceram porque tinham de acontecer e, do passado, eu jamais poderei mudar um detalhe, por menor que seja...
Quanto tempo dura essa agonia? Porque ela fere, e não é fruto do meu desejo como alguns ousam afirmar.
E a pergunta mais importante: Alguém pode fazer isso passar?

Se alguém tem a resposta, eu tenho meus braços abertos e um par de xícaras com chocolate quente pra compartilhar.

No fundo eu sei que sou quem está me matando...

... só não consigo parar.

E se eu chorar hoje a noite, não tem problema não.
Há de ser gota de chuva!

sábado, 29 de setembro de 2007

Seus passos... aonde vão dar?


Quanto tempo gastei

na decisão do que não fiz?
E se optei por fazer nada
mesmo tendo de agir,
quanto tempo perdi por não me contradizer?

São vinte dois o número de passos
da mesa em que escrevo até minha cama,
meu quarto,
E mais passos do que posso contar
Me separam de você,
Confusão da minha mente
Delírio crescente da minha alma.

Quando devia ter caminhado e estagnei
e se andei e errei, por ter de parar...
quanto ainda vou ter de andar
pra aprender a lição e a equação?

Serão muitos os passos que darei,
a sola e os pés que gastarei
até fazer-te,
ferido e fraco coração
levantar para dar seus próprios passos?

Horas caminhando,
uma lição...
Sim! Existe vida após o amor.

Então,
rápida como o vento,
uma agridoce questão
depois de mudar diversas vezes de lugar
aonde seus passos vão dar... coração?


Filyppe Saraiva