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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

A Arte de Não Saber Como Escolher

Estou, há semanas, abrindo o editor de texto e pensando sobre como começar a escrever. Várias ideias diferentes passaram pela minha cabeça e nenhuma delas tomou forma como deveria. Sempre achei engraçada a dicotomia que existe no ato de escolher.
Trabalhei por dois anos em uma video locadora e as pessoas sempre diziam "minha nossa, deve ser o máximo poder passar o dia inteiro assistindo a qualquer filme disponível", e era realmente o máximo poder assistir a qualquer filme que eu quisesse, mas isso também era um problema.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

De Volta Para o Presente

Brasília, domingo, 24 de dezembro de 2006 


Será mais um recomeço? 

Acredito que não! Esse é o começo. O novo começo. 
Para isso servem as horas, os dias, os meses e os anos. 
O que você não fez a um momento atrás, pode corrigir agora. Pode realizar agora. 
E quando você erra? Bem... Vai sempre haver um final de ano novo para que você deixe os erros para trás e comece do zero, acertando. 
A passagem de ano, passa então a ser apenas um mero simbolismo? 
Não! 
Se você acredita que as coisas realmente podem mudar, que o que havia de podre, ruim, vencido ou mofado dentro de você realmente ficou pra trás, isso se tonará um fato. 

"Você é a mudança que deseja para o mundo." 

Mudar é complicado e as vezes sofrido, mas é recompensante. 
Pense nas atitudes positivas que deseja realizar e confie no seu instinto. 
Satisfaça-se. 
Lembre porém das palavras, ações e talvez pessoas ou lembranças que quer ou que tem de deixar pra trás. 
Nós não somos como uma enorme bolsa sem fundo. As vezes, carregar memórias demais torna-se cansativo e cansados não seguimos adiante. 

Porém, não deixe nunca os momentos verdadeiramente felizes para trás. 
Eles são o mapa da mina dos sorrisos e provavelmente o que ainda vai te salvar de se perder na solidão. 

Reavalie suas prioridades, corrija seus erros. 
E no momento da virada, comece do zero uma nova vida. 
Nada de "recomeçar". 
É apenas começar. Começar. 

Feliz Natal! E boas energias pra 2007.



E esse era o texto de (re)abertura de um dos meus primeiros (e mais querido) blogs. No fim do ano de 2006, começo de 2007...

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Parem o mundo que eu quero me atualizar!


Em conversa recente com a amiga e colunista do PoucoPop, Patricia Melo, chegamos à conclusão (mesmo que nenhum de nós tenha expressado isso em palavras) que o cinema, a televisão e as editoras andam produzindo mais do que nunca. Estamos numa era de overdose de informação e ainda não sabemos muito bem como lidar com isso.Para entender isso um pouco melhor, vou trazer a perspectiva para o ponto de vista da minha pessoa, assim, como quem não quer nada.

Eu, como todo nerd que se preze, gosto de estar bem atualizado. Gosto de ver bons filmes e seriados (e às vezes, os ruins também), ler bons livros e quadrinhos (aqui vale a mesma regra), gosto de saber o que se passa com o mundo. O fato é que, enquanto escrevo esse texto, o ícone do Google Reader que eu implantei no meu navegador, para que as notícias que leio não se acumulassem, está pulsando ali, com mais de 50 novas notícias, mesmo que eu tenha marcado tudo como lido lido uma por uma para saber do que se tratavam há menos de duas horas.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Lá e De Volta Outra Vez

Ficar sem escrever por muito tempo aqui é, de certa forma, frustrante. É como um retorno ao irritante, problemático e limitador 'primeiro post'.
De qualquer maneira, o que tenho a dizer é que... tenho tanto a dizer que não sei onde e nem como começar.
Essa é a quinta ou sexta vez esse mês, em que abro o editor de textos do blog e digito alguma coisa, apago tudo e o fecho sem brincar.

São tantos pensamentos correndo soltos para dentro do estábulo, se trancando e de vez em quando comendo e procriando, que acabo esquecendo de compartilhá-los.

Então, vou tentar expor essas idéias, pra ver se assim, elas deixam de me atormentar diariamente. Ou quase isso.

Em 2009 escrevi apenas nove textos para o blog.

Espero que em 2010 eu tenha a oportunidade de escrever muito mais que dez textos.
Quem sabe, dez vezes dez.

Desde já,

Obrigado a você, leitor.

domingo, 5 de abril de 2009

Nostalgia

Quem tem a infelicidade de me conhecer, sabe que eu sou uma pessoa extremamente nostálgica, saudosista, e estranhamente, utópica.
Consigo imaginar com uma facilidade absurda um passado que vivi e ao qual adoraria pertencer novamente. O estranho é que gostaria de usufruir do mesmo, permanecendo com as coisas que adquiri de lá até aqui.
Ainda posso sentir com uma estranheza de detalhes de certa forma, apavorante, o cheiro do ar das ruas por onde andava aos dezessete anos, as horas a fio deitado na grama, como se o futuro não estivesse me espreitando atrás de uma moita, prestes a dar o bote. Um senhor filho da puta!
Ele vem sem avisar e pega você de calças baixas. Quando há algo pra perceber, já é tarde demais e você está envolto naqueles problemas onde uma palavra sua é a maior armadilha de onde você provavelmente vai levar muito mais tempo pra sair. E o Sr. Futuro faz isso sucessivas vezes, na tentativa – comigo, falha, por sinal – de que você esqueça como era o seu passado e se adapte a esta nova rotina.

Coitado.

Eu continuo correndo contra o tempo, mesmo sabendo que a jogada certa é abraçá-lo como amigo. Permaneço sentindo aquele desejo imenso de agir diferente de todo mundo e com isso imitar a massa de uma maneira estranha… Me perguntando como as pessoas que realmente cogitam que o importante é agir como os outros chegam aos mesmos caminhos aos quais eu chego.

Como eram bons aqueles tempos passados… Nem nos tempos antes deles eu precisava pensar.

Acho que é porque toda vez que penso no tempo que ficou para trás, imagino uma faixa pontilhada no meio da auto-estrada, marcando incessantemente tudo aquilo que já passou.

É… Definitivamente o tempo é uma medida de espaço.
Esse sufoco que o diga.

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sábado, 31 de janeiro de 2009

2000inove

Olá coleguinho, olá coleguinha,

Como foi o seu janeiro?
É meu querido, minha querida. Janeiro veio e se foi, rápido como o Tom Cruise correndo em qualquer um dos filmes onde ele corre. Como bem disse o pessoal do Jovem Nerd, ele provavelmente é filmado em câmera lenta, para que as pessoas possam acompanhar ele correndo, como se fosse em velocidade normal. E eu mudei drasticamente de assunto, somente para dizer que sim, janeiro se foi. Foi como uma pomba no cio atrás de... tá, já entendi.

Em janeiro, primeiro mês do ano nos calendários juliano e gregoriano, composto por 31 dias, com um nome provindo do latim, enfim... é neste mês que a maioria das pessoas viaja para algum lugar remoto, descansa do trabalho ou tira horas vagas para alimentar-se mais e mais.
É também em janeiro que começamos a perceber quais metas de ano novo nós realmente vamos cumprir.

Neste janeiro, neste ano, o que você fez, ameiguinho?

Eu fiquei em casa o quanto pude, li, assisti à diversos filmes, aprendi a montar meus próprios DVD's, adoeci duas vezes, marquei minhas aulas de volante, joguei Imagem e Ação por duas vezes, trabalhei e folguei dobrado, tirei sangue e fiquei com vergão no braço, fui tão sincero como pensei que nunca poderia ser, voltei a ter contato com pessoas queridíssimas, conheci gente nova, sai com os amigos e lutei contra o sono (mesmo querendo sempre perder)...
Eu quis que esse começo de ano fosse inesquecível, e pode apostar, ele será.

Pra esse ano, repleto de mudanças, eu espero força pra não desistir e garra pra conquistar o que é meu sem passar por cima dos mais fracos (mais fraco que eu?! MAAUAHUAHUA). Uma volta às origens de mim mesmo, afinal, por mais que as coisas mudem daqui pra fente, Recordar é (e sempre será, recorde-se disso) Viver.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Preenchendo Lacunas, parte I

Como prometi à Prima e à Steh, afinal, elas alegam ler o blog e ainda por cima gostar do que lêem, vim para uma rápida atualização. Por hora, só pra não deixar parado, vai um daqueles recadinhos de colar em post it. Um pequeno trecho de "À Procura da Felicidade" que me fez chorar como uma garotinha privada de seu tubarãozinho de pelúcia.
Em breve voltamos à nossa programação normal. (não que isso signifique algo!)

"- Hey! Hey... Nunca deixe que ninguém Ihe diga que não pode fazer algo. Nem mesmo eu.
- Certo?!
- Certo.
- Se você tem um sonho... deve protegê-lo. Quando alguém não pode fazer algo, diz que você não pode. Se quiser algo, vá atrás. Ponto final."

Will Smith como Chris Gardner, À Procura da Felicidade


Seja Bem Vindo a 2009!

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Supernova

Por favor, dê play aqui antes de prosseguir.
Pronto?!
Ok! Vamos lá...

Alguns raios do delicioso Sol dessa gostosa manhã estão entrando pela janela aberta. Passei horas aqui, pensando no que dizer, porque sentia que precisava dizer alguma coisa, como quando você quer conversar com alguém, mas não sabe muito bem sobre o que... É mais um desejo de estar perto, de saber que por mais que você não tenha o que dizer, tem alguém ali pra te ouvir.

Em alguns raros momentos como esse, eu gostaria de não precisar dormir (em todos os outros eu dormiria incessantemente sem o menor problema). É como se eu fosse perder uma maravilhosa sensação se fechasse os olhos, como se declarasse derrota.

O Sol continua inundando o quarto pela pequena brecha e me faz sentir forte, poderoso... Me faz sentir o dono do dia, porque quando todo mundo estava dormindo, eu estava aqui, pastorando, cuidando pra que o parto do dia ocorresse tranqüilamente... E me sinto fraco também, por não poder prolongar esse calor ameno por todo o resto das horas de hoje, quem sabe, de amanhã ou depois...

Tenho certeza que tem um dedo da minha avó na maneira como as nuvens nasceram... E agora entendo o que fiquei repetindo pra mim quando ela faleceu: "Ela não deixou de existir, apenas passou a fazê-lo em todos os lugares...". É vovó, eu sei que você tá aí e aqui... Tá onde estiver a força do meu pensamento em ti. Muito obrigado por esse momento, do raiar do dia.

Só queria poder registrar a magia desse minuto. Queria sim, mas acho que isso é uma daquelas limitações humanas para coisas maravilhosas, como voar, por exemplo. Fica então, o maior desejo desse momento, desse minuto, das duas últimas horas onde quis em vão escrever algo que fizesse algum sentido.

Fica aqui o meu desejo de que eu, a vovó, meus amores e todos vocês tenham um dia muitíssimo inspirado, um dia para que venhamos a encontrar o que estávamos procurando...

e que assim seja...

Amém!

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

O Problema do Efeito Retrovisor

Eu sempre tive de ser seletivo.
Filho único, mãe solteira, ter muito brinquedo era realidade apenas em datas muitíssimo comemorativas. Fora delas eu tinha que escolher bem o brinquedo que pretendia ganhar, e as leis de mercado me seguiam desde os primórdios tempos.

Graças a Deus nunca me faltou nada, minha mãe sempre se desdobrou em três para satisfazer o mimo da criança que era eu, abençoada seja Ela; no entanto, a regra básica era a do custo/benefício. Quanto choro aquele brinquedo querido ia custar e será que realmente ele valeria todo o esforço.
Eu quase sempre errava e o esforço era em vão. Brinquedo na mão e a frustração de ter escolhido a opção errada.
Mais uma lei pra aprender, essa, da publicidade... "Nada é tão bom quanto aquilo que você não tem".
E assim a infância veio e se foi.

Durante a adolescência, as escolhas passaram a ser mais fáceis.
Eu tinha que decidir não o que comprar, mas para onde ir. E eu ia aonde a galera ia.
O drama nessa fase era escolher para onde não ir, quando o dinheiro era pouco. "Vejo o filme do momento ou vou à festinha no fim do mês?".
Graças a Deus, aqui, eu soube escolher melhor. Eu optei por ir ao cinema e não precisei ver, durante a festa na escola, aquela pura, ingênua e doce menina que eu tanto amava, num excessivo movimento oscilador de corpos num canto sujo da quadra de basquete, como se a espécie humana fosse entrar em extinção a qualquer momento e a única maneira de sobreviver fosse propagando o DNA dela pela garganta repleta de saliva e mitocôndrias de um indivíduo que certamente não era eu!

Foi uma fase de escolhas mais tênues também, porque de certa forma aquela competitividade da infância ("meu brinquedo é mais brincável do que o seu") tinha dado um tempo (até virarmos adultos) e entre o meu círculo de amigos, éramos iguais. Adolescentes sem nenhum trocado, desesperados pra se divertir numa cidade onde a maior diversão de todas é tomar banho de chuva, lugar onde, irônicamente, nunca chove.

Aí, veio a fase adulta!
Ou ao menos era para ter vindo...
Continuo aqui, sem saber o que fazer da vida, ou como fazer o que escolhi para ser feito.
Eu penso no amanhã e temo. Penso no ontem e temo. Penso no agora e descubro que penso demais...
Não sei se as escolhas são assim mesmo, tão difíceis; ou se eu sou um completo medroso (pra não dizer "um tremendo cuzão") que tem medo de tomar o caminho errado e me arrepender, como quando criança.

De certo nisso tudo é que... Fora a crise econômica, toda decisão tomada tem metade das chances de dar certo. A outra metade, é... bem, você sempre pode tentar novamente.
Mas é na certeza do acerto que vou aprender a apostar.
Sem medo.
Sem vacilar.
Afinal, são sempre muitas alternativas, mas no fundo, a vida é uma escolha só, bem simples...


Você toma um caminho e não olha pra trás.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Que eles levem embora...

Eu queria sair sábado a noite,
Deitar no gramadão no fim da pista de decolagem/pouso do aeroporto e ver os aviões subindo e descendo sobre mim e ficar assim:
Conversando, conversando, conversando...
Primos, amigos, amor, muita Coca-Cola e Bib'sfiha a 0,29 centavos...

Até chegar o domingo
e o sábado a noite ter ido embora com estilo!

Porque definitivamente, essa terça feira se arrastou modorrentamente.
Acho que foi proposital.
Um dia para eu não ficar bem...
Ou para ser positivamente surpreendido!

...as próximas horas me dirão.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Máquina do Tempo

Reparei há poucos minutos que ainda guardo na mente o cheiro do apê em que dei a cagada de me hospedar em Espírito Santo, há mais de dez anos.


Acho que sempre vou querer voltar lá!

sexta-feira, 28 de março de 2008

Direto da sala da justiça...

Postando diretamente da sala de prova onde eu deveria estar respondendo algumas questões de português, de redação, mais especificamente.

Cite dois exemplos... putz! Nada me vêm na cabeça. Só consigo pensar em outras coisas como assistir tv, ler um livro ou ir ao banco encerrar a conta, o que provavelmente eu não vou mais fazer hoje.

Aniversário da minha mãe e mais uma vez a terrível sensação de estar a baixo das espectativas dela. Não pensei em nada... ou até pensei, mas não cheguei a concretizar coisa alguma. Preciso tentar caprichar no dia das mães.

Vou fazer minha prova.

Até mais...

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Dois trotes depois...

Segunda semana de calouro chegando ao fim e só agora me dei conta de que eu precisava falar sobre isso. São muitas coisas rolando ao mesmo tempo, fazendo aliados, construindo um patrimônio (mesma que ele seja intelectual, interno e só esteja à minha disposição), me esforçando (e com prazer) como eu não fazia há tempos.
A instituição é muito louca, no sentido de fodona. Fodona no sentido de, boa pra caralho!
Tipow... Nada que eu já tivesse experimentado antes. Talvez essa impressão venha de dentro, afinal, eu não buscava antes o que busco hoje. Quem sabe, se tivesse buscado, até teria tido acesso a equipamento e conhecimento de ponta, mas... isso não importa mais. Passou!

Por enquanto aquele ambiente ainda me soa estranho... Como um aquário, um observatório humano. Gente de todos os tipos e gostos. Os fãs de status, os bizarros, os tranquilos, os hippies... Chega a ser engraçada a tendência do ser humano de se organizar em grupos. Se integrar para se isolar!

Enfim, essa é a bruta, básica, visual e primeira impressão que estou tendo desse novo mundo. Em pouco tempo, quanto mudará minha concepção?


PS: Nada a ver com o tema, mas... Finalmente terminei de ler Harry Potter e as Relíquias da Morte. O livro é muito bom e eu recomendo, mas... pra mim, definitivamente não é o melhor!
Depois comento mais!

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Materialismo Puro

Todo mundo gosta de dinheiro. Na verdade, não do dinheiro propriamente dito, mas das coisas que podemos ter (e às vezes até ser) por causa dele.

Navegando pela internet esses dias, descobri um blog muito bacana chamado Objetos de Desejo. Basicamente a premissa da página é trazer alguns objetos que a dona, conhecida como Ematoma, gostaria de possuir, como um pingente de cristal e metal em forma de coração que esconde uma USB dentro, pimenteiros com a forma do R2D2 ou a incrível torradeira de Nerd (que eu quero muito, muito, muito!).

Pensando nisso de "Coisas Que eu Quero", criei hoje a minha Lista de Desejos no Submarino. Selecionando as coisas que eu quero ter e ainda não possuo. Até porque, assim como todo mundo gosta de dinheiro, eu não conheço um que não goste de ganhar presentes.

Entre os próximos livros e filmes do Harry Potter, selecionei também um Wii, o novo álbum do Charlie Brown Jr., e um guia intitulado "1000 Lugares para conhecer antes de morrer" (mesmo porque depois de morto fica meio foda!). Pra conferir as outras maravilhas que eu quero, acesse a lista aqui.

A brincadeira é bem legal, afinal, quando a grana cai na mão a gente nunca lembra do que realmente quer há tempos e torra com a primeira coisa meio hype que encontra.

Mudando de assunto completamente, essa semana voou. Ontem era domingo e eu estava organizando as atividades e compromissos da semana, hoje já é sexta-feira!

Muita coisa aconteceu: Saiu o cd do CBJr. prometido desde o mês de Abril, choveu deliciosamente, assisti Trope de Elite, chegaram títulos novos na locadora, eu passei mal duas vezes, minha cabeça está doendo neste momento, assisti Heroes, encontrei com a Fernanda e minha madrinha (como já havia dito).

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Às vezes sinto medo de estar deixando que deliciosos momentos simplesmente escorram pelos meus dedos, sem tirar o total proveito deles, e sinto que minha nostalgia irá cobrá-los no ano que vem, como sempre acaba acontecendo.

No fim das contas, com ou sem presentes, eu quero mesmo é aproveitar cada instante intensamente.

"Vivendo nesse mundo louco, hoje, só na brisa...
Viver pra ser melhor também é um jeito de levar a vida."

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Em Qual Estação?

Na hora de sair eu prendi a corrente na alça da mochila, enrosquei o apoio da bicicleta e fui, ouvindo Hello Sunshine.

Na hora do almoço a Fernanda apareceu. A gente conversou sobre um monte de coisas, navegou na internet, fez vários planos... aí, minha mãe liga e avisa que Tia Helena ia descer a serra.
- Hey! Dinda, tipow... sua mãe vem pra cá hj... será que?
- Ah! Ela vai?! Acho que vou também!

Mais planos, mais piadas, mais sorrisos...

A Fernada encucou que existia um tal Doritos 30 quilos e que queria por que queria (não que eu não quisesse um pacote de Doritos de 30 quilos).

Depois, ela quase se perdeu aqui em Chino, mas isso foi evitado porque Nandinha possui a sabedoria das ruas (ela sabe para qual rua deve ir! XD ).

A dinda chegou e a gente decidiu ir a um shopping que fica praticamente em Orange Country. Passados uns constragimentos (e caras de c*), eu receio dizer a quem não gosta de momentos felizes que a nossa sintonia finalmente se estabilizou.
Talvez seja precipitado da minha parte afirmar isso - e encher a boca com tanta convicção - e eu pagarei o preço que me for cobrado, caso esteja errado, mas creio que aquele passeio repleto de momentos idiotas (e vergonhosos) e uma temporada de The O.C. foram necessários para recolocar as nossas ondas numas mesma frequência e estabilizar a nossa canção, creio eu.

Ainda bem que as coisas se acertaram sem mortos, sem feridos e sem a necessidade dá intervenção direta do Comandante Nascimento, afinal, aquele clima de chiado não tem muito a ver com a gente.

Ahhh! E eu sabia que se abrisse a porta do carro aquela hora, ia atrapalhar alguma coisa, mas... perco a amizade mas não perco a piada!


=D

Ouvindo: Smallville & The O.C.m3u

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Enrolando...

Eu tinha um tema para escrever, ele era "Superando o medo do desconhecido" ou algo assim. No entanto, eu perdi as palavras todas. Senti que elas saíam da minha cabeça e iam pousar em textos já escritos por outras pessoas, textos que li há anos e mesmo alguns que relia enquanto pensava no que escrever.

Então, lembrei que queria muito escrever, por já ter bastante tempo que não me dedicava a isso. Numa conexão psicológica impossível de transcrever, liguei isso a um trecho de O Hobbit, do J.R.R. Tolkien...
"É estranho, mas as coisas boas e os dias agradáveis são narrados depressa, e não há muito que ouvir sobre eles, enquanto as coisas desconfortáveis, palpitantes e até mesmo horríveis podem dar uma boa história e levar um bom tempo para contar."

J.R.R.Tolkien - O Hobbit

Tolkien não podia estar mais certo.
Quando se está feliz, tudo o que se quer é sentir o momento, como se jamais fosse ocorrer novamente, não importando coisas "frívolas" como escrever sobre a causa da felicidade ou mesmo narrar a alguém.
Em oposição a isto, se nosso coração está partido, se sofremos alguma dor ou passamos por um infortúnio, a vontade é a de livrar-se daquele sentimento da maneira mais rápida possível. Recorremos aos amigos, para que nos ouçam; buscamos conforto em páginas em branco de velhos diários; por vezes transformamos nossa dor em novela, nas páginas virtuais de blogs, fotologs, twitters e derivados.


Há quem diga também que a dor é inspiradora. Lembro de ler algo parecido, escrito por Machado de Assis ou alguém famoso, no encarte de um cd do Dj. Patife. O autor falava sobre como a dor pode ser produtiva e como o amor pode viver de dor. Sem dor, não há amor...
E sobre amor eu não quero comentar muito. Dona Bruna disse que eu terei outra visão deste sentimento após assistir a um determinado filme... (e assim que eu terminar de vê-lo, venho aqui meter o meu bedelho).

Então, esse post estranho sobre ócio criativo, amor, preguiça, felicidade, J.R.R. Tokien e Dona Bruna vão ficando por aqui, com a proposta de que as pessoas dediquem mais de seu tempo a narrar os momentos felizes... Quem sabe assim, quando bater aquela velha tristeza, ao dar uma lida no texto sobre estar feliz você não lembra como é o caminho que tem que percorrer para estar assim novamente! Certo?

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Abertura - Opening

Se não é de seu conhecimento, que se torne agora "EU ODEIO ESCREVER O PRIMEIRO POST!".
Em geral, não há nada a dizer no começo... Como o primeiro dia de aula, primeiro dia no emprego novo, primeira conversa com contato desconhecido do MSN, etc.

Então, basicamente isso aqui é um:

Seja Muito Bem Vindo!

...E volte sempre!