Foi há 1756 dias atrás (e olhando assim, foi a tempo pra caramba) que eu a vi pela primeira vez. Era 1:55 da tarde e eu sei disso graças ao twitter, porque tão logo ela entrou na lan house onde eu trabalhava na época, acompanhada de uma amiga, eu automagicamente me interessei.
É, eu sei, a história é velha e eu provavelmente já repeti ela muitas vezes para cada um de vocês, ou talvez essa seja a primeira vez que você tem a oportunidade de conhecer como eu conheci a mulher da minha vida.
Funciona assim... Você está lá, pensando se algum dia vai encontrar alguém que vai tapar o rombo no seu peito, ocasionado pela dor de estar sozinho. Surge um monte de gente, mas algumas vezes o coração não entende o que o cérebro insiste em informar pra ele. Daí, mesmo que as pessoas mais incrivelmente perfeitas apareçam, não adianta insistir. E então, de repente, um dia você cruza com alguém, assim, do nada e... PUTA QUE PARIU, É DISSO QUE EU ESTAVA FALANDO.
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sexta-feira, 29 de junho de 2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
Presente do Dia dos Namorados? Tá aqui o que há de melhor!
Então você tá procurando um presente pra dar para a pessoa amada e deixá-la com essa cara de feliz aqui:
Então veio ao lugar certo. Me acompanha depois do Leia Mais?
Por
Filyppe Saraiva
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quarta-feira, 15 de junho de 2011
Medo do Desconhecido
E uma pausa rápida no pré-projeto do TCC para a lembrança de um momento que vivi há quase um ano atrás, quando estava sentado na poltrona do cinema, no dia do aniversário de uma exuberante mulher que, por sinal, estava sentada do meu lado. Eu olhei para ela e disse "meu bem, agora nós veremos um dos melhores filmes já feitos pelo homem" ao passo que ela sorriu do meu jeito extramemente empolgado pelo que estava prestes a vir, como uma criança que admira um astrounauta. Era nossa exibição de Toy Story 3, e estávamos prestes a ver o curta Dia e Noite que antecede o filme.
Eu só conseguia pensar "minha nossa senhora, eu quero chorar com um curta de cinco minutos que veio antes do filme que óbviamente me faria chorar". Aquilo era lindo demais para ficar perdido no tempo e deixo abaixo as palavras que tanto me tocaram aquela noite, quando eu me preparava para assistir o encerramento da saga do menino Andy.
Medo do desconhecido.
Eles são amedrontados por novas ideias. Eles estão cheios de preconceitos, não baseados em nada que diz respeito à realidade, mas baseados em... se algo é novo, eu rejeito imediatamente, porque é apavorante para mim.
Ao invés disso, eles continuam com o que lhes é familiar.
Sabem, para mim, as coisas mais bonitas em todo o universo... são as mais misteriosas.
O texto é de uma palestra do Dr. Wayner Dyer , um advogado, escritor e palestrante de auto-ajuda estadunidense, realizada em 1970. Por ele ter cedido o áudio a Pixar retribuiu a honraria lhe cedendo uma exibição particular de Toy Story 3.
Os créditos da legenda vão para o Rex, do Legendas.tv.
Eu só conseguia pensar "minha nossa senhora, eu quero chorar com um curta de cinco minutos que veio antes do filme que óbviamente me faria chorar". Aquilo era lindo demais para ficar perdido no tempo e deixo abaixo as palavras que tanto me tocaram aquela noite, quando eu me preparava para assistir o encerramento da saga do menino Andy.
Medo do desconhecido.
Eles são amedrontados por novas ideias. Eles estão cheios de preconceitos, não baseados em nada que diz respeito à realidade, mas baseados em... se algo é novo, eu rejeito imediatamente, porque é apavorante para mim.
Ao invés disso, eles continuam com o que lhes é familiar.
Sabem, para mim, as coisas mais bonitas em todo o universo... são as mais misteriosas.
O texto é de uma palestra do Dr. Wayner Dyer , um advogado, escritor e palestrante de auto-ajuda estadunidense, realizada em 1970. Por ele ter cedido o áudio a Pixar retribuiu a honraria lhe cedendo uma exibição particular de Toy Story 3.
Os créditos da legenda vão para o Rex, do Legendas.tv.
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Filyppe Saraiva
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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Aleatórias: Esperar o Ônibus, Momentos Constrangedores e Reclamações Femininas
| Nem sei que show era, mas do livro eu garanto que lembro |
Essa semana eu experimentei diversas possibilidades aqui no blog. Dei uma modificada no layout, nas cores, nos menus, enfim... Tudo para dar ao blog aquela cara de cantinho da casa aonde a gente gosta de se aconchegar quando faz aquele tempinho gostoso, sabe? Não sei para vocês, mas para mim, funcionou. Tanto é que me deu mais vontade de vir aqui escrever, mais e mais...
Esse, por exemplo, é o primeiro texto da lista de textos aleatórios. Basicamente são pensamentos ou momentos que me ocorrem durante o dia e são grandes demais para o Twitter e pequenos demais para uma postagem inteira para si próprios.
Então vamos ao que interessa!
Por
Filyppe Saraiva
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sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Entre a vida e a... vida!
O barulho é ensurdecedor, mas é fora ou dentro de mim?
Caramba! É dentro de mim... É meu coração bombeando sangue numa ultra velocidade, criando um som distorcido e frenético, molhando minhas mãos, secando minha boca.
Mas, o que é isso? O que é esse inverno no meu estômago? E por que tantas borboletas estão batendo as asas por lá, se nem é primavera?
Ai meu Deus! Estou tremendo... E preciso me sentar!
Não! Preciso ficar de pé! Já sei, posso pegar o celular e fazer uma ligação, eu preciso de suporte. Pouco importa se não há ninguém do outro lado, só não posso ficar só agora.
Minhas pálpebras pesadas desabam, e tudo fica escuro. Tudo!
Sinto meu rosto ferver... E está vermelho como um rubi? Mas... como? Por que?
As batidas ainda descompassadas do meu coração, como um bumbo louco tocando sem parar, aceleram mais e mais. Então me falta o ar.
Minhas pernas estão fracas, preciso me sentar, preciso me deitar!
Meu corpo todo está tremendo. E eu não entendo porque...
Será? Será isso mesmo?
Então você se levanta da cadeira, sai detrás da pequena parede clara que nos separa e sorri pra mim, que pareço estar morrendo. Você sorri e tudo faz sentido!
Eu estou apaixonado por você!
Caramba! É dentro de mim... É meu coração bombeando sangue numa ultra velocidade, criando um som distorcido e frenético, molhando minhas mãos, secando minha boca.
Mas, o que é isso? O que é esse inverno no meu estômago? E por que tantas borboletas estão batendo as asas por lá, se nem é primavera?
Ai meu Deus! Estou tremendo... E preciso me sentar!
Não! Preciso ficar de pé! Já sei, posso pegar o celular e fazer uma ligação, eu preciso de suporte. Pouco importa se não há ninguém do outro lado, só não posso ficar só agora.
Minhas pálpebras pesadas desabam, e tudo fica escuro. Tudo!
Sinto meu rosto ferver... E está vermelho como um rubi? Mas... como? Por que?
As batidas ainda descompassadas do meu coração, como um bumbo louco tocando sem parar, aceleram mais e mais. Então me falta o ar.
Minhas pernas estão fracas, preciso me sentar, preciso me deitar!
Meu corpo todo está tremendo. E eu não entendo porque...
Será? Será isso mesmo?
Então você se levanta da cadeira, sai detrás da pequena parede clara que nos separa e sorri pra mim, que pareço estar morrendo. Você sorri e tudo faz sentido!
Eu estou apaixonado por você!
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Filyppe Saraiva
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