quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
De Volta Para o Presente
domingo, 21 de fevereiro de 2010
A Noite Qualquer de Um Verão Singular
Sete da manhã e eu aqui, ouvindo The Strokes.
Se estou com sono? De forma alguma (o que talvez seja uma mentira na qual eu queira muito acreditar)!
O Sol rasgando a janela, perfurando os espaços do tecido da cortina...
E por que não dormir?
Porque há tanto para se aproveitar. Tanto em que gastar a energia que, para falar a verdade, nem sei se ainda tenho.
Fechar os olhos agora é perder a maravilhosa oportunidade que a vida não vai me reservar novamente, de sair, de viver...
Sem essa baboseira escrota de "mudar o mundo".
Aproveitá-lo, sim.
Da maneira que ele se oferecer a mim...
Dormir, seria deixar para trás a chance de mudar a mim mesmo, lá, debaixo da vitamina D.
De correr das crianças, fugir do vento, se entregar ao brilho do céu...
O problema é que... acho que esse papo todo me deu sono.
zZzZzZzZzZzZz
sábado, 31 de janeiro de 2009
2000inove
Como foi o seu janeiro?
É meu querido, minha querida. Janeiro veio e se foi, rápido como o Tom Cruise correndo em qualquer um dos filmes onde ele corre. Como bem disse o pessoal do Jovem Nerd, ele provavelmente é filmado em câmera lenta, para que as pessoas possam acompanhar ele correndo, como se fosse em velocidade normal. E eu mudei drasticamente de assunto, somente para dizer que sim, janeiro se foi. Foi como uma pomba no cio atrás de... tá, já entendi.
Em janeiro, primeiro mês do ano nos calendários juliano e gregoriano, composto por 31 dias, com um nome provindo do latim, enfim... é neste mês que a maioria das pessoas viaja para algum lugar remoto, descansa do trabalho ou tira horas vagas para alimentar-se mais e mais.
É também em janeiro que começamos a perceber quais metas de ano novo nós realmente vamos cumprir.
Neste janeiro, neste ano, o que você fez, ameiguinho?
Eu fiquei em casa o quanto pude, li, assisti à diversos filmes, aprendi a montar meus próprios DVD's, adoeci duas vezes, marquei minhas aulas de volante, joguei Imagem e Ação por duas vezes, trabalhei e folguei dobrado, tirei sangue e fiquei com vergão no braço, fui tão sincero como pensei que nunca poderia ser, voltei a ter contato com pessoas queridíssimas, conheci gente nova, sai com os amigos e lutei contra o sono (mesmo querendo sempre perder)...
Eu quis que esse começo de ano fosse inesquecível, e pode apostar, ele será.
Pra esse ano, repleto de mudanças, eu espero força pra não desistir e garra pra conquistar o que é meu sem passar por cima dos mais fracos (mais fraco que eu?! MAAUAHUAHUA). Uma volta às origens de mim mesmo, afinal, por mais que as coisas mudem daqui pra fente, Recordar é (e sempre será, recorde-se disso) Viver.
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Enfileirando páginas...
Nos últimos dias andei lendo quatro livros ao mesmo tempo, hábito do qual nunca fui muito adepto. Decidi interromper esse modo de leitura, terminando um e prosseguindo com os outros. Certamente a velocidade diminui, mas a qualidade da leitura aumenta, pode apostar.
Então, o primeiro que decidi concluir foi "O Monge e o Executivo - Uma História Sobre a Essência da Liderança" (que está quase de graça na Saraiva.com) porque era o menorzinho e relativamente menos interessante.
Ele conta a história de um executivo com problemas em todos os campos da vida, que resolve então participar de um retiro de auto-conhecimento. Então, com um frade como guia e junto aos outros participantes do retiro, vai descobrindo a força e as responsabilidades do seu papel como lider, seja na sua relação com a mulher, os filhos ou seus funcionários.
James C. Hunter, o autor, utiliza o princípio da liderança baseada no servir. Significa que quanto melhor você atender às necessidades reais das pessoas, melhor líder você será. Que nem Jesus, saca?!
A qualidade da escrita não é lá maestral, mas as teorias (mesmo sendo um apanhado de clichês) tem o seu mérito, por apresentar-se na forma de conto, facilitando a identificação do leitor com as idéias desenvolvidas nas reuniões do grupo.
Deixei Harry Potter e as Relíquias da Morte de lado por uns tempos para me dedicar a coisas inéditas, "As Crônicas de Nárnia", por exemplo, estão deliciosas... Resolvi lê-las pela ordem de publicação, não pela ordem cronológica que foi como tentei anteriormente. E agora, voltei para editar o post porque terminei o primeiro livro O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, mas vou deixar para falar dele num post só, sobre todas as crônicas. Hoje a tarde vou conferir o filme, que ainda não vi e logo depois partir para a próxima crônica, Príncipe Caspian...
Pra completar, os meus livros da Stephenie Meyer chegaram: Crepúsculo e Lua Nova.
Eu tô curiosíssimo pra lê-los, maaaas... estou morrendo de vontade de esperar as chuvas recomeçarem em Brasília, para enfim me dedicar a eles. É que é tão gostoso ler livros novinhos embaixo do edredon, em época de chuva. E como esses livros em específico têm esse ar meio de florestas, chuvas, frio; achei que ler nesse calor não me daria a idéia exata do que a autora quis passar.
Ok, eu assumo. Sou fresco mesmo!
De qualquer forma, continuo virando as páginas furiosamente, buscando preencher o encantador vazio que a leitura parece nunca preencher.
Ela sempre nos deixa querendo mais... Graças a Deus!
PS: Já que o tema de hoje são livros uma dica bacana é o último post do blog do @tvaz, onde ele fala sobre as editoras mais caprichosas com seus produtos: Leia Aqui. E... aqui vai o meu perfil no Shelfari, que se propõe a ser a sua estante de livros na internet. Vale conferir... ;)
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Supernova
Pronto?!
Ok! Vamos lá...
Alguns raios do delicioso Sol dessa gostosa manhã estão entrando pela janela aberta. Passei horas aqui, pensando no que dizer, porque sentia que precisava dizer alguma coisa, como quando você quer conversar com alguém, mas não sabe muito bem sobre o que... É mais um desejo de estar perto, de saber que por mais que você não tenha o que dizer, tem alguém ali pra te ouvir.
Em alguns raros momentos como esse, eu gostaria de não precisar dormir (em todos os outros eu dormiria incessantemente sem o menor problema). É como se eu fosse perder uma maravilhosa sensação se fechasse os olhos, como se declarasse derrota.
O Sol continua inundando o quarto pela pequena brecha e me faz sentir forte, poderoso... Me faz sentir o dono do dia, porque quando todo mundo estava dormindo, eu estava aqui, pastorando, cuidando pra que o parto do dia ocorresse tranqüilamente... E me sinto fraco também, por não poder prolongar esse calor ameno por todo o resto das horas de hoje, quem sabe, de amanhã ou depois...
Tenho certeza que tem um dedo da minha avó na maneira como as nuvens nasceram... E agora entendo o que fiquei repetindo pra mim quando ela faleceu: "Ela não deixou de existir, apenas passou a fazê-lo em todos os lugares...". É vovó, eu sei que você tá aí e aqui... Tá onde estiver a força do meu pensamento em ti. Muito obrigado por esse momento, do raiar do dia.
Só queria poder registrar a magia desse minuto. Queria sim, mas acho que isso é uma daquelas limitações humanas para coisas maravilhosas, como voar, por exemplo. Fica então, o maior desejo desse momento, desse minuto, das duas últimas horas onde quis em vão escrever algo que fizesse algum sentido.
Fica aqui o meu desejo de que eu, a vovó, meus amores e todos vocês tenham um dia muitíssimo inspirado, um dia para que venhamos a encontrar o que estávamos procurando...
e que assim seja...

segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Leia o que puder... (enquanto puder)
Quase um mês sem dar as caras por aqui e finalmente volto, para pedir a atenção dos meus queridos
Então, virando a página, vamos lá colegas.
A faculdade, este semestre, está absurdamente parecida com essa nova leva de filmes de ação, onde parece que vai, parece que vai, daí acaba o filme mas não foi, sabe?!
A maioria dos professores é meio insuportável (e eu espero que nenhum deles me leia) e não tem metade do carisma dos professores do semestre passado.
Dois se salvam. O professor de cultura brasileira, que é um cara muitíssimo inteligente e consegue prender a atenção da turma de maneira fácil (da forma como eu gostaria que rolasse entre eu e vocês) e a excelentíssima professora de Introdução ao Pensamento Imaginário. Não há um que não goste dela, ou até há, mas a gente sabe que no fundo, não gosta porque não entende.
Ela consegue falar de 189² temas diferentes em aula e repeti-los se necessário.
Esse semestre definitivamente não me fisgou... Me sinto como que lendo um livro chato só para poder dizer que li.
Mas, como nem tudo na vida deste nerd que vos escreve são aflições, esta semana eu vou tirar uma extensa e consentida folga e vou poder, por uns dias, não ter de olhar aquele bando de... pessoas.
De quebra, já consegui pôr as mãos, ou melhor, os tímpanos, no novo álbum do Keane!
E é lindíssimo... Certamente um dos álbuns melhor produzidos de 2008, quiçá do século XXI.O primeiro single, Spiralling é dançante como Keane nunca foi, e assim como todo o álbum, dividiu opiniões internet a fora!
O segundo, The Lovers Are Losing lembra mais o som do antigo Keane, mas com boas doses de novidade na levada da música, com teclado ritmado.
Todo o resto do álbum é muito bom. Realmente uma obra prima do Piano Rock.
Resta agora esperar o novo dos Killers. :D
Outra coisa maravilhosa na qual pus as mãos foi a edição completa de "As Crônicas de Nárnia", do C.S.Lewis. Aquela com o Aslan na capa! Lembrando que só li uma das crônicas, a primeira na ordem cronológica, eu acho... "O Sobrinho do Mago".
Junto a ela, tenho outros quatro livros para ler e de repente essa semana de folga parece pequena! =T
Dia 25 de dezembro será lançada aqui no Brasil a versão cinematográfica de "Twilight" ou "Crepúsculo", como você quiser chamá-lo. Este é o primeiro de uma série de livros escritos pela estadunidense Stephenie Meyer. Narra a história de Bella (interpretada pela linda Kristen Stewart de Eu e as Mulheres) que conhece o vampiro Edward e juntos aprontam altas confusões.
Ainda não li, mas é pra breve.
Agora, vou acordar de verdade, porque os pássaros já estão cantando e o Sol já nasceu.
Força e fé!
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
"É morena, tá tudo bem"...
Ouvindo o lindíssimo '4' do Los Hermanos, na casa da madrinha e pensando nas coisas como vão e estão.
Impressionante como bons momentos também tem seu lado negativo... Principalmente o suco do vício. O desejo da reprise!
Ontem a noite, com a Morena... Com o azul estrelado de céu, que é ela.
E tudo o mais é só o que resta, o que sobra.
Hoje, longe demais para viver o mesmo, no entanto, perto para sentir, confundo pensamentos com estrelas e histórias e seco as palavras pra dizer que era lá que gostaria de estar.
Ou com ela aqui...
Mas se sobra o sonho, resta a paz, de saber que amor bom é assim... o que tem mais falta de sobra que o inverso. Todo momento é lindo e todo desejo é bem aproveitado...
E entre dois braços, eu encontro mais que simplesmente os sonhos bons.
É lá que acho paz.
"...poderia até pensar que foi tudo sonho.
Ponho meu sapato novo e vou passear
sozinho, como der, eu vou até a beira.
Besteira qualquer nem choro mais...
Só levo a saudade morena
e é tudo que vale a pena..."
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Antes dos dias que nos tornaram mais velhos...
"Nós vivemos em um lugar bonito
Deixe o amor levar embora toda esta dor
Nós vivemos em um lugar bonito
Nós gastamos tantos dias
Nossos corações são tão negros quanto a chuva!"
Dinda e Nandinha, essa vai pra vocês, com quem eu cantei até perder a voz, chorei e sorri, banhei na chuva, me irritei e sofri.
Com vocês eu abracei o meu eu e soltei pra ele poder voar...
Então, a distância, ou as circunstâncias, ou o caralho a quatro, ou o destino, ou qualquer dessas porras quem a gente costuma chamar de "passar do tempo" vieram e congelaram minhas emoções.
Por isso eu sinto falta de vocês, que aqueciam as fibras das células internas do tecido do meu coração, independente de qual o sentimento que vocês instigavam em mim.
Resumindo, eu sinto falta do calor que vocês me propiciavam, seja pela companhia de vocês ou pela raiva que me provocavam.
Ainda há muito de vocês dentro de mim...
AMO VOCÊS!
"Nossos corações são tão negros quanto a chuva
É um lugar bonito se nós o fizermos
É um lugar bonito para ficar, sabia?!"
Beautiful Place, Good Charlotte
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Relendo algumas sensações
Uns dias longe, encontrando meu coração e minhas razões. Alguns dias para provar os novos sabores do que já experimentei e sonhar uniformemente com o que nunca esqueci.
Bem... Talvez eu tenha sim, esquecido do sabor de uma noite com os amigos, trocando palavras inúteis e gargalhadas exageradas. Talvez eu tenha esquecido o prazer de caminhar de madrugada pelas ruas desertas, equilibrando-me sobre a faixa que divide as vias.
Quem sabe eu não me esqueci, só deixei de lembrar...
Deixei de lembrar da sensação de ser mais eu, deixei de lembrar de como é bom pensar em si e por si só, quem sabe eu não me lembrei de lembrar de como era bom sorrir como criança, passear de bicicleta sob a chuva ou chorar pra apagar mágoas, mesmo que momentâneamente.
Deitar sob as muitas gotas frias e saborear o banho divino e gratuito.
Eu, certamente não me recordava mais da expectativa que uma nova paixão produz. É um tanto de "Será?", de ansiedade, de espera... Você passa a sorrir mais e comer menos. Rejuvenesci doze anos e vinte e dois dias nas últimas duas semanas.
Não lembrava mais como era a sensação de ler um livro gostoso, debaixo das cobertas, protegido da chuva. Ler até cochilar...
E por falar em leitura, há quem costume dizer que "só se lê realmente um livro após relê-lo pela terceira vez". Eu concordo abertamente!
E sabe, com as experiências da vida não é diferente não.
Você só provou realmente aquele beijo roubado, depois de roubar mais outros três e no fim das contas... Experimentar as mais diversas situações, o maior número de vezes possível, é o que realmente torna a vida interessante.
Nada dessa busca por um grande amor!
Amor não se busca!
É ele quem encontra a gente!
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Entre a vida e a... vida!
Caramba! É dentro de mim... É meu coração bombeando sangue numa ultra velocidade, criando um som distorcido e frenético, molhando minhas mãos, secando minha boca.
Mas, o que é isso? O que é esse inverno no meu estômago? E por que tantas borboletas estão batendo as asas por lá, se nem é primavera?
Ai meu Deus! Estou tremendo... E preciso me sentar!
Não! Preciso ficar de pé! Já sei, posso pegar o celular e fazer uma ligação, eu preciso de suporte. Pouco importa se não há ninguém do outro lado, só não posso ficar só agora.
Minhas pálpebras pesadas desabam, e tudo fica escuro. Tudo!
Sinto meu rosto ferver... E está vermelho como um rubi? Mas... como? Por que?
As batidas ainda descompassadas do meu coração, como um bumbo louco tocando sem parar, aceleram mais e mais. Então me falta o ar.
Minhas pernas estão fracas, preciso me sentar, preciso me deitar!
Meu corpo todo está tremendo. E eu não entendo porque...
Será? Será isso mesmo?
Então você se levanta da cadeira, sai detrás da pequena parede clara que nos separa e sorri pra mim, que pareço estar morrendo. Você sorri e tudo faz sentido!
Eu estou apaixonado por você!
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Em Qual Estação?
Na hora de sair eu prendi a corrente na alça da mochila, enrosquei o apoio da bicicleta e fui, ouvindo Hello Sunshine.
Na hora do almoço a Fernanda apareceu. A gente conversou sobre um monte de coisas, navegou na internet, fez vários planos... aí, minha mãe liga e avisa que Tia Helena ia descer a serra.
- Hey! Dinda, tipow... sua mãe vem pra cá hj... será que?
- Ah! Ela vai?! Acho que vou também!
Mais planos, mais piadas, mais sorrisos...
A Fernada encucou que existia um tal Doritos 30 quilos e que queria por que queria (não que eu não quisesse um pacote de Doritos de 30 quilos).
Depois, ela quase se perdeu aqui em Chino, mas isso foi evitado porque Nandinha possui a sabedoria das ruas (ela sabe para qual rua deve ir! XD ).
A dinda chegou e a gente decidiu ir a um shopping que fica praticamente em Orange Country. Passados uns constragimentos (e caras de c*), eu receio dizer a quem não gosta de momentos felizes que a nossa sintonia finalmente se estabilizou.
Talvez seja precipitado da minha parte afirmar isso - e encher a boca com tanta convicção - e eu pagarei o preço que me for cobrado, caso esteja errado, mas creio que aquele passeio repleto de momentos idiotas (e vergonhosos) e uma temporada de The O.C. foram necessários para recolocar as nossas ondas numas mesma frequência e estabilizar a nossa canção, creio eu.
Ainda bem que as coisas se acertaram sem mortos, sem feridos e sem a necessidade dá intervenção direta do Comandante Nascimento, afinal, aquele clima de chiado não tem muito a ver com a gente.
Ahhh! E eu sabia que se abrisse a porta do carro aquela hora, ia atrapalhar alguma coisa, mas... perco a amizade mas não perco a piada!
=D
Ouvindo: Smallville & The O.C.m3u
sábado, 29 de setembro de 2007
Seus passos... aonde vão dar?
Quanto tempo gastei
na decisão do que não fiz?
E se optei por fazer nada
mesmo tendo de agir,
quanto tempo perdi por não me contradizer?
São vinte dois o número de passos
da mesa em que escrevo até minha cama,
meu quarto,
E mais passos do que posso contar
Me separam de você,
Confusão da minha mente
Delírio crescente da minha alma.
Quando devia ter caminhado e estagnei
e se andei e errei, por ter de parar...
quanto ainda vou ter de andar
pra aprender a lição e a equação?
Serão muitos os passos que darei,
a sola e os pés que gastarei
até fazer-te,
ferido e fraco coração
levantar para dar seus próprios passos?
Horas caminhando,
uma lição...
Sim! Existe vida após o amor.
Então,
rápida como o vento,
uma agridoce questão
depois de mudar diversas vezes de lugar
aonde seus passos vão dar... coração?
Filyppe Saraiva
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Meio Estranho no Paraíso
Como eu não tive a sorte que esperei ter no post anterior, levei duas horas e mais um pouco até me jogar na frente do carro da Dinda.
A cara dela de "Como Assim?" é irresistível.
A Nandinha inventou que queria sorvete, só pra fazer a Kate sair de carro. :D
Dentro do carro estavam as já citadas Nandinha e Dinda, e também a Bia (e a partir deste momento eu também).
A gente voltou pra casa da Kate e eu juro que acho que tocou a música do Akon nesse momento (ele e o seu "Nobári uana ciríos tuguedá").
Lá na casa da dinda me apresentaram para uma tal de Mara, ops... Andréa (eu acho que vou apanhar). Aí teve o almoço, teve o almoço de novo, teve que a gente ficou na sala vendo o acústico do Sandy e Junior.
Eu, Kate, Bia e Andréa, já que a Fernanda foi brincar de isoladinho num dos quartos por não gostar de Sandijúniu. COMO ALGUÉM PODE NÃO GOSTAR DE SANDYJÚNIU?
Eu acreditei inocentemente que lá estaria com um clima mais ameno que aqui. Ledo engano.
Deus do céu, que calor é esse?
Eu suava por todos os poros dos poros. Não era transpiração, era evaporação mesmo! =D
A gente passou o resto da tarde entre o Super Nintendo (béry náice!) e os filmes que eu não vi. Eu ainda dei uma dormida no chão...
A noite, fomos à missa.
E não sei por que o clima ficou meio pesado, mas ele ficou.
Mesmo quando a gente saiu pra comer,
Comi um hot dog gorduroso, bebi refri, fiquei com muiiiiita vergonha (como não ficava há anos) e depois disse e ouvi umas verdades daquelas que parecem lâmina, sabe?!
Pois é...
Eu queria que tivesse sido diferente, afinal, foi a primeira vez que eu e Mônica conseguimos ir pro mesmo lugar ao mesmo tempo, mas tudo bem... Espero que hajam novas oportunidades de corrigir essa noite, esse momento.
Depois uma longa conversa com a Angélica e com a Babi... e quando a Angélica foi dormir, eu e Babi ainda conversamos mais...
Então, fui dormir pra tocar a vida.
Pergunta do Dia: Como um momento pode ser tão agridoce assim?
Momentos memoráveis:
- Os protetores de calcinha
- "Is It Any Wonder"
- Tenho a porta em minhas mãos (literalmente)
- Em quem você se espelha?
- Driving Lessons
Se você não entendeu ou não conseguiu acompanhar, perdão, o sono destrói as habilidades que eu já não tenho.
E a fome também...
Ouvindo: Cristal Ball do Keane e Fluorescent Adolescent do Arctic Monkeys, que marcou o dia de ontem.
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
Enrolando...
Então, lembrei que queria muito escrever, por já ter bastante tempo que não me dedicava a isso. Numa conexão psicológica impossível de transcrever, liguei isso a um trecho de O Hobbit, do J.R.R. Tolkien...
"É estranho, mas as coisas boas e os dias agradáveis são narrados depressa, e não há muito que ouvir sobre eles, enquanto as coisas desconfortáveis, palpitantes e até mesmo horríveis podem dar uma boa história e levar um bom tempo para contar."Tolkien não podia estar mais certo.
J.R.R.Tolkien - O Hobbit
Quando se está feliz, tudo o que se quer é sentir o momento, como se jamais fosse ocorrer novamente, não importando coisas "frívolas" como escrever sobre a causa da felicidade ou mesmo narrar a alguém.
Em oposição a isto, se nosso coração está partido, se sofremos alguma dor ou passamos por um infortúnio, a vontade é a de livrar-se daquele sentimento da maneira mais rápida possível. Recorremos aos amigos, para que nos ouçam; buscamos conforto em páginas em branco de velhos diários; por vezes transformamos nossa dor em novela, nas páginas virtuais de blogs, fotologs, twitters e derivados.

Há quem diga também que a dor é inspiradora. Lembro de ler algo parecido, escrito por Machado de Assis ou alguém famoso, no encarte de um cd do Dj. Patife. O autor falava sobre como a dor pode ser produtiva e como o amor pode viver de dor. Sem dor, não há amor...
E sobre amor eu não quero comentar muito. Dona Bruna disse que eu terei outra visão deste sentimento após assistir a um determinado filme... (e assim que eu terminar de vê-lo, venho aqui meter o meu bedelho).
Então, esse post estranho sobre ócio criativo, amor, preguiça, felicidade, J.R.R. Tokien e Dona Bruna vão ficando por aqui, com a proposta de que as pessoas dediquem mais de seu tempo a narrar os momentos felizes... Quem sabe assim, quando bater aquela velha tristeza, ao dar uma lida no texto sobre estar feliz você não lembra como é o caminho que tem que percorrer para estar assim novamente! Certo?
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
Esqueci as regras do jogo e não posso mais jogar
E tenho falado sozinho, sim! Sem medo de parecer louco... no entanto, com medo de me tornar louco.
E tenho percorrido, com o coração, um caminho que julgava fechado. Amor? É um sentimento que aje como um imã e me suga para um destino que eu jurava que estivesse apagado.
E o que são essas dúvidas na minha cabeça?
E como saber se o amor é realmente amor?
E o que eu preciso fazer pra alcançar o que ainda falta?
"Se a fé remove até montanhas, o desejo é o que torna o irreal possível!"
Derramando algumas lágrimas?
Sim!
Mas desejando que o impossível torne-se real...
"Quando é que você vai sacar que o vão que faz em suas mãos, é só porque você não está comigo?"
E sobre esse tal de amor...
Eu ainda sei amar?

