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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Feliz 2011 ou Porque Eu Tenho Orgulho de Ser Saraiva

Para começo de conversa, aí vai o vídeo Homenagem às Gerações - Natal Saraiva que foi produzido por mim e pelo Bruno Saraiva. O vídeo é um passeio por momentos de nossa grande e incrível família e foi feito para ser apresentado em nosso tradicional encontro de natal. A mensagem é de gratidão aos que nos trouxeram até onde estamos hoje e um pedido silencioso de força e ajuda para que continuemos daqui, com o bastão passado a nossas mãos.





quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Cinema: Harry Potter e as Relíquias da Morte, Parte I

Antes de começar, aviso que o texto a seguir contém spoilers. Leia por sua conta e risco.



Eu pude ver o filme na primeira sessão de exibição ao público aberto, em Brasília, e minha nossa... que filme...


Começa com uma cena que é exclusividade da versão cinematográfica, aonde Hermione apaga a memória de seus pais para partir com os amigos em busca da aniquilação d'Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado. Essa cena foi um pedido do diretor do filme, David Yates, ao roteirista Steve Kloves, uma vez que no livro a passagem era mencionada e acredito que tenha contribuido com o clima de "fim da inocência" que permeia todo a película. 

E por falar em roteiro, ouso dizer que Kloves acertou pela primeira vez na série, cuidando da essencialidade do que é visto em tela, retirando excessos ou adaptando trechos de maneiras tão criativas que em algumas ocasiões, talvez tenham ficado melhores que em suas versões literárias (Edwiges, estou olhando para você).

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Sobre Como Fazer Amigos (e Mantê-los)

Gostaria de agradecer à Phoebe, Rachel, Ross, Monica, Chandler e Joey. De alguma forma, cresci muito, junto com vocês.



Então, fica aqui o meu Muito Obrigado... por tudo.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

One Man, One Mission...

Sábado o Bruno esteve lá na loja (você provavelmente não o conhece, mas deveria) e num ataque de nostalgia-gamer, relembramos por horas das épicas batalhas de Lord of The Rings: The Two Towers, na casa dele.
Foram dias e mais dias de glória, reinando soberanos nas grandes paisagens da Terra-Média. Naquele longínquo 2005, leigos que éramos, reduzimos os níveis de algumas fases para podermos passar por elas, o que significa, nos dias atuais, que nunca havíamos verdadeiramente fechado o jogo.
Então, não sei quem deu a idéia, mas ela surgiu.
Domingo, tenho folga, vamos fechar o jogo mais uma vez, como homens valentes que somos?

Tudo começou com uma ida até a casa do amigo Micailovitch, que hoje em dia é quem possui o jogo. Depois de algumas horas de persuasão e truques utilizando a Força, consegui obter o tal game e pude seguir para a casa do Bruno, que testava suas capacidades de carisma + cara de gatinho do Shrek para conseguir o console, visto que o dele hoje jaz no Vale das Sombras dos Consoles Mortos.
Tudo pronto e eu suado pra carvalho, ligamos toda a parafernália e dá-lhe jogatina.
Espadadas ali, CG's que não podiam ser pulados, Flechadas acolá, e nisso, percorremos horas a fio.
Quando nossos estômagos cansaram de travar a épica batalha contra a fome nos rendemos e entre uma fase e outra partimos para uma deliciosa pizza. Aiai...
Voltamos ao jogo e enfim seguimos levando Frodo com segurança até Mordor, quando os orcs roubaram-nos Merry e Pippin.


Segunda parte do jogo, que é muito bem escrito. Reúne a adaptação dos dois primeiros filmes da série, pela ótica de Aragorn, narrando a história à Ewoyn.
Seguimos matando, pilhando e destruindo.
Por volta de cinco e meia da tarde, Filipe, um amigo/aliado apareceu para ajudar na batalha.
Os orcs dominavam o abismo de Helm e tinhamos de conter seus avanços a todo custo.



Levamos 2 horas nesta áruda tarefa.
Nosso amigo nos abandonou, mas eu e Bruno perduramos e seguimos protegende os portões de Helm.


Meia noite e cinquenta foi quando nós, como Aragorn, conseguimos atravessar a mais exigente (e divertida) fase do jogo. Nos abraçamos de emoção... Foi lindo!!!


Última fase, faltava pouco.
Então, brandindo a espada contra dois orcs que tentavam derrubar os portões da cidade, concluímos o jogo, exatamente 12 horas após começá-lo, a uma e meia da manhã.

Por Mória! o/

E agora... que venha O Retorno do Rei.

PS: Depois de toda essa aventura, me deu uma vontade enorme de voltar a possuir um console. A dúvida era entre o X-Box 360 e o PS3, mas acho que ainda não quero um upgrade tão grande. O X-Box me deu muito medo pelo lance dos 3RL e o PS3 pelo fato da Sony ter acabado com a Retrocompatibilidade, o que significa que os novos games não rodarão mais os jogos do maravilhoso PS2.
Por enquanto, acho que vou ficar mesmo com o PS2 e com o maravilhoso "Shadow Of The Colossus". Recomendo veementemente.


Câmbio, desligo.

sábado, 31 de janeiro de 2009

2000inove

Olá coleguinho, olá coleguinha,

Como foi o seu janeiro?
É meu querido, minha querida. Janeiro veio e se foi, rápido como o Tom Cruise correndo em qualquer um dos filmes onde ele corre. Como bem disse o pessoal do Jovem Nerd, ele provavelmente é filmado em câmera lenta, para que as pessoas possam acompanhar ele correndo, como se fosse em velocidade normal. E eu mudei drasticamente de assunto, somente para dizer que sim, janeiro se foi. Foi como uma pomba no cio atrás de... tá, já entendi.

Em janeiro, primeiro mês do ano nos calendários juliano e gregoriano, composto por 31 dias, com um nome provindo do latim, enfim... é neste mês que a maioria das pessoas viaja para algum lugar remoto, descansa do trabalho ou tira horas vagas para alimentar-se mais e mais.
É também em janeiro que começamos a perceber quais metas de ano novo nós realmente vamos cumprir.

Neste janeiro, neste ano, o que você fez, ameiguinho?

Eu fiquei em casa o quanto pude, li, assisti à diversos filmes, aprendi a montar meus próprios DVD's, adoeci duas vezes, marquei minhas aulas de volante, joguei Imagem e Ação por duas vezes, trabalhei e folguei dobrado, tirei sangue e fiquei com vergão no braço, fui tão sincero como pensei que nunca poderia ser, voltei a ter contato com pessoas queridíssimas, conheci gente nova, sai com os amigos e lutei contra o sono (mesmo querendo sempre perder)...
Eu quis que esse começo de ano fosse inesquecível, e pode apostar, ele será.

Pra esse ano, repleto de mudanças, eu espero força pra não desistir e garra pra conquistar o que é meu sem passar por cima dos mais fracos (mais fraco que eu?! MAAUAHUAHUA). Uma volta às origens de mim mesmo, afinal, por mais que as coisas mudem daqui pra fente, Recordar é (e sempre será, recorde-se disso) Viver.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Crepúsculo - Pré-Estréia

Antes de começar, gostaria de agradecer à queridíssima , que deu uma senhora atualizada aqui no blog, me cedendo um lindo texto seu. Prima, muitíssimo obrigado!

E, mesmo depois de tanta demora, volto para um post rápido, apenas pra comentar as primeiras impressões que tive sobre Crepúsculo. Considerando que quando postei aqui pela última vez ainda não havia lido o livro homônimo, houve, de lá pra cá uma pequena evoluçãozinha.

Li Crepúsculo e li Lua Nova. E, como era de se esperar, gostei muito, de ambos.
Houve uma leve preferência pelo segundo volume da história mas os dois são excelentes.

Voltando ao filme.
Hoje, então, numa pré-estréia lotadíssima, fui conferir o filme, que conta com a Kirsten Sterwart e o Robert Pattinson no elenco e... noooosa, que adaptação perfeita!

Muito bem acompanhado, eu me diverti bastante. A Fran, a Kate, o Danilo e o Eduardo, um amigo dos meninos e encontrando lá, o Fant... Todos curtiram o filme.

De qualquer forma, volto pra falar mais dele depois.

E prima, obrigado pelo presente e pela atualização...

De verdade, espero que goste!

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Dia Nacional do Livro (com frete na faixa)


Uma verdade sobre mim é que além de ser gordo e feio, sou completamente apaixonado pelos livros. Bem, não só pelos livros em si, mas por toda a palavra, pela maneira como as letras se unem à nossa vontade, pra transmitir todo tipo de sentimento, expressar qualquer pensamento ou emoção...

Para os que não sabem e para os que não lembram e para os que não sabem se já sabiam mas não lembram, hoje é o Dia Nacional do Livro, e como é fato recorrente por aqui eu comentar sobre eles, que são o melhor amigo do homem, achei que seria necessário, no mínimo obrigatório compartilhar a promoção bacanuda que o Submarino preparou somente para hoje.

Além de uma porrada de livros estarem com preços promocionais, qualquer livro do site, sem limite de preço, está com o frete gratuito. Ou seja, é mais barato que ir ao shopping comprar seu exemplar de Será que a Gente Combina?: Descubra se Seu Amor Vai Dar Certo. Pela internê você ainda economiza o dinheiro do combustível...

Então é isso, no Dia Nacional do Livro, todo a livraria do Submarino com frete gratuito. #fikdik

;)

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Antes dos dias que nos tornaram mais velhos...

"Nós vivemos em um lugar bonito
Deixe o amor levar embora toda esta dor
Nós vivemos em um lugar bonito
Nós gastamos tantos dias
Nossos corações são tão negros quanto a chuva!"


Dinda e Nandinha, essa vai pra vocês, com quem eu cantei até perder a voz, chorei e sorri, banhei na chuva, me irritei e sofri.
Com vocês eu abracei o meu eu e soltei pra ele poder voar...
Então, a distância, ou as circunstâncias, ou o caralho a quatro, ou o destino, ou qualquer dessas porras quem a gente costuma chamar de "passar do tempo" vieram e congelaram minhas emoções.
Por isso eu sinto falta de vocês, que aqueciam as fibras das células internas do tecido do meu coração, independente de qual o sentimento que vocês instigavam em mim.
Resumindo, eu sinto falta do calor que vocês me propiciavam, seja pela companhia de vocês ou pela raiva que me provocavam.
Ainda há muito de vocês dentro de mim...

AMO VOCÊS!



"Nossos corações são tão negros quanto a chuva
É um lugar bonito se nós o fizermos
É um lugar bonito para ficar, sabia?!"

Beautiful Place, Good Charlotte

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Chave


I

Eu sei que fechei os olhos
e eles deveriam enxergar o céu.
Eu sei que tampei os ouvidos
e lacrei o coração.

Eu não reparei em cada detalhe
e não acreditei que pudesse querer.
Eu era meu prisioneiro
porque era assim que devia ser.

Com medo de desejar fugir
temendo ser pego por mim
Eu traçava um linha reta
que ia do princípio ao meu fim.

E não pude sorrir nem chorar,
Nem gritar, sonhar ou sentir
Eu, um edifício desmoronando
Cada pedra um muro a ruir.


II

Assim como a surpresa
Que é a maneira indecente
Da vida mostrar que o controle
não está nas mãos da gente

Assim como o inesperado
Situação que surge de repente
Para mudarmos os planos
ou só pra confundir a mente

Assim você surgiu nessa vida pacata
Assim.
Como uma chave,
para desprender-me de mim.

Quando a história toda
parecia trágica
Você surgiu como um chave
mágica.

E destrancando meus conflitos
me libertando dos medos
guardando a felicidade
Nunca era tarde, sempre cedo.

Cedo pra correr por aí
e sentir que a vida é bela
Você sempre foi tão incrível
Pintando-me à sua maneira, numa tela

Observar cada detalhe
Para isso não precisa atenção
Você me ensinou que um sorriso
vem muito mais da inspiração.

E jamais hei de esquecer
deste esforço todo
Pirilimpimpim!
Você sempre faz sua mágica de novo!

Muitíssimo Obrigado


365 dias de um novo pensamento.
Valeu, querida!

:D

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Relendo algumas sensações

Uns dias longe, encontrando meu coração e minhas razões. Alguns dias para provar os novos sabores do que já experimentei e sonhar uniformemente com o que nunca esqueci.

Bem... Talvez eu tenha sim, esquecido do sabor de uma noite com os amigos, trocando palavras inúteis e gargalhadas exageradas. Talvez eu tenha esquecido o prazer de caminhar de madrugada pelas ruas desertas, equilibrando-me sobre a faixa que divide as vias.

Quem sabe eu não me esqueci, só deixei de lembrar...

Deixei de lembrar da sensação de ser mais eu, deixei de lembrar de como é bom pensar em si e por si só, quem sabe eu não me lembrei de lembrar de como era bom sorrir como criança, passear de bicicleta sob a chuva ou chorar pra apagar mágoas, mesmo que momentâneamente.

Deitar sob as muitas gotas frias e saborear o banho divino e gratuito.

Eu, certamente não me recordava mais da expectativa que uma nova paixão produz. É um tanto de "Será?", de ansiedade, de espera... Você passa a sorrir mais e comer menos. Rejuvenesci doze anos e vinte e dois dias nas últimas duas semanas.

Não lembrava mais como era a sensação de ler um livro gostoso, debaixo das cobertas, protegido da chuva. Ler até cochilar...

E por falar em leitura, há quem costume dizer que "só se lê realmente um livro após relê-lo pela terceira vez". Eu concordo abertamente!

E sabe, com as experiências da vida não é diferente não.

Você só provou realmente aquele beijo roubado, depois de roubar mais outros três e no fim das contas... Experimentar as mais diversas situações, o maior número de vezes possível, é o que realmente torna a vida interessante.

Nada dessa busca por um grande amor!
Amor não se busca!

É ele quem encontra a gente!

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

O Tempo, o Momento e a Vida

O Tempo, o Momento e a Vida

O Tempo.
O Momento.
A Vida.

Três palavras de simples entendimento para alguns, e muito complexamente interpretada pelos outros.
Posso classificar-me, no grupo "outros".

O Tempo passa corrido.
Quando menos esperamos, algo que parecia estar tão distante e tão confuso, torna-se, repentinamente, muito próximo, muito esclarecido.
Eu não entendo o Tempo!

O Momento é o agora. O presente.
Uma coisa instantânea que se revela naturalmente ao abrir de nossos olhos; no ar que respiramos.
Esse, tem de ser bem aproveitado e curtido, afinal, não sabemos o que seremos amanhã.
Eu não entendo o Momento!

A Vida.
O que posso conceituar sobre a vida...
Emoções. Paixões. Sofrimentos. Alegrias. Lágrimas. P erdão. Saudades. Amor.
Essa, é uma graça que recebemos, e cabe a nós construí-la e realmente vivê-la intensamente,
como se fosse o último Tempo,
o último Momento.
Eu não entendo a Vida!

Definitivamente,
eu não me entendo.

Laura Machado Porto

"ELA SE PARECE COM VC"
Duh


Não lembro claramente a data, mas lembro claramente da minha reação ao ler esse e-mail da Duh.
Lembro principalmente que achei o máximo e quando terminei de ler, lá estava o comentário dela.
Faz tanto tempo que nem sei se você vai lembrar, mas...

Obrigado pelo suporte, pelo carinho e pela amizade.
A Duh, que eu conheci num tempo estranho, num momento novo e numa parte inesquecível vida, eu espero que sempre permaneça minha companheira de filosofia.
Foi ela que me ensinou a subir nos pelos do coelho e olhar o mundo da ponta dos fios.

Obrigado, Duh!

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Para Quando o Arco-Íris Encontrar o Pote de Ouro

A história que vou contar a seguir, não é para os de estômago ou coração fraco. Ela é para os desacreditados na força da semente de um grande amor que surge dentro de uma amizade.

Duda segurou a respiração! A multidão abriu um corredor entre ele e Luna, mesmo sem parecer ter ciência nenhuma daquilo.
Ela o encarava de frente, enquanto ele sentia o suor escorrer pelas mãos e via as muitas pessoas voltarem a caminhar normalmente.
Duda tinha certeza que aquele momento tinha sido a prova real da existência de uma força divina. Ele não precisava de mais que três segundos, o tempo exato em que as várias pessoas presentes na feira deixaram de caminhar entre os dois, para perceber o que sempre guardara pra si mesmo, Luna era a menina que ele queria - e querer aqui, tem o sentido de desejar, amar algo ou alguém profundamente - e ele não queria mais esperar.

Atravessou a multidão aos trancos, sentindo como se estivessem novamente protegendo o tesouro que lhe revelaram. Os olhares se cruzaram novamente e logo depois... um sorriso.
Luna costumava sorrir pra ele quando sentia que ele estava realizando alguma coisa potencialmente romântica e idiota, ela adorava isso nele. Era como se não ligasse pro mundo.
E ele adorava que ela adorasse isso...

Parou na frente da garota, quase sem fôlego e admirou-a da cabeça aos pés. Ela usava um All Star rosa, uma saia jeans de pregas pouco abaixo do joelho e uma camiseta sem mangas, com listras brancas, rosadas e com as alças do soutien a amostra. Os cabelos estava presos dos lados, com presilhas em forma de botão. Parecia a personagem de um desenho animado.

Ele queria dizer as muitas coisas que pensava em forma de poesia, mas só conseguiu balbuciar algo como "vem?".

Era a segunda vez que a banda tocava a mesma música essa noite, mas ele estava decidido que agora era para os dois. Passou a mão por trás dos cabelos dela, pigarreou baixinho e então disse "Quer algodão doce?", Luna sorriu... "Só se você dividir comigo!", Duda enrubesceu, "eu poderia dar algumas mordidas!".

Caminharam por alguns minutos, se divertiram em alguns brinquedos e quando a chuva começou, sentaram-se sobre um pequeno morro grameado, cercado por algumas grandes pedras. Duda olhou pra Luna, para o céu e novamente para a garota, e ela retribuiu o olhar, séria, tensa. Lá embaixo, na feira, a banda tocava a mesma música mais uma vez. A música dos dois!

Então... Ele passou novamente a mão por trás dos cabelos dela, trouxe o rosto dela para mais perto do seu e o que aconteceu a seguir eu não posso revelar. Eu não estava lá e mesmo que tivesse, acho que teria me retirado nesse momento. E ainda assim, se não tivesse me retirado, eu não iria contar a vocês que os dois deram um beijo que durou muito, muito tempo e selou enfim, uma nova etapa na relação de seis anos de amizade, que era mais um namoro em segredo para ambos. Os dois resistiam em admitir, mas souberam desde a primeira vez que ele derrubou o aquário dela numa apresentação - sim, ele fez isso duas vezes! - na aula de biologia que aquilo que sentiam não era só amizade.

Pra ser mais específico, eu posso afirmar que de onde eu vi - escondido sobre uma grande pedra cinza, pouco atrás do casal - a lua artificial da decoração da feira, feita de várias lâmpadas incandescentes, mantinha ambos num clima de amor eterno. E não tenho vergonha de dizer, que mesmo tendo se passado tantos anos, Duda Rangel e Luna Bastos continuam juntos como sempre estiveram, desde de vinte seis de abril de dois mil e dois.

Um verdadeiro amor eterno, que não ousou acabar mesmo com os conflitos, as lágrimas e a divergência no estilo literário brasileiro preferido.

Ao som de Signal Fire; Snow Patrol

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Materialismo Puro

Todo mundo gosta de dinheiro. Na verdade, não do dinheiro propriamente dito, mas das coisas que podemos ter (e às vezes até ser) por causa dele.

Navegando pela internet esses dias, descobri um blog muito bacana chamado Objetos de Desejo. Basicamente a premissa da página é trazer alguns objetos que a dona, conhecida como Ematoma, gostaria de possuir, como um pingente de cristal e metal em forma de coração que esconde uma USB dentro, pimenteiros com a forma do R2D2 ou a incrível torradeira de Nerd (que eu quero muito, muito, muito!).

Pensando nisso de "Coisas Que eu Quero", criei hoje a minha Lista de Desejos no Submarino. Selecionando as coisas que eu quero ter e ainda não possuo. Até porque, assim como todo mundo gosta de dinheiro, eu não conheço um que não goste de ganhar presentes.

Entre os próximos livros e filmes do Harry Potter, selecionei também um Wii, o novo álbum do Charlie Brown Jr., e um guia intitulado "1000 Lugares para conhecer antes de morrer" (mesmo porque depois de morto fica meio foda!). Pra conferir as outras maravilhas que eu quero, acesse a lista aqui.

A brincadeira é bem legal, afinal, quando a grana cai na mão a gente nunca lembra do que realmente quer há tempos e torra com a primeira coisa meio hype que encontra.

Mudando de assunto completamente, essa semana voou. Ontem era domingo e eu estava organizando as atividades e compromissos da semana, hoje já é sexta-feira!

Muita coisa aconteceu: Saiu o cd do CBJr. prometido desde o mês de Abril, choveu deliciosamente, assisti Trope de Elite, chegaram títulos novos na locadora, eu passei mal duas vezes, minha cabeça está doendo neste momento, assisti Heroes, encontrei com a Fernanda e minha madrinha (como já havia dito).

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Às vezes sinto medo de estar deixando que deliciosos momentos simplesmente escorram pelos meus dedos, sem tirar o total proveito deles, e sinto que minha nostalgia irá cobrá-los no ano que vem, como sempre acaba acontecendo.

No fim das contas, com ou sem presentes, eu quero mesmo é aproveitar cada instante intensamente.

"Vivendo nesse mundo louco, hoje, só na brisa...
Viver pra ser melhor também é um jeito de levar a vida."

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Em Qual Estação?

Na hora de sair eu prendi a corrente na alça da mochila, enrosquei o apoio da bicicleta e fui, ouvindo Hello Sunshine.

Na hora do almoço a Fernanda apareceu. A gente conversou sobre um monte de coisas, navegou na internet, fez vários planos... aí, minha mãe liga e avisa que Tia Helena ia descer a serra.
- Hey! Dinda, tipow... sua mãe vem pra cá hj... será que?
- Ah! Ela vai?! Acho que vou também!

Mais planos, mais piadas, mais sorrisos...

A Fernada encucou que existia um tal Doritos 30 quilos e que queria por que queria (não que eu não quisesse um pacote de Doritos de 30 quilos).

Depois, ela quase se perdeu aqui em Chino, mas isso foi evitado porque Nandinha possui a sabedoria das ruas (ela sabe para qual rua deve ir! XD ).

A dinda chegou e a gente decidiu ir a um shopping que fica praticamente em Orange Country. Passados uns constragimentos (e caras de c*), eu receio dizer a quem não gosta de momentos felizes que a nossa sintonia finalmente se estabilizou.
Talvez seja precipitado da minha parte afirmar isso - e encher a boca com tanta convicção - e eu pagarei o preço que me for cobrado, caso esteja errado, mas creio que aquele passeio repleto de momentos idiotas (e vergonhosos) e uma temporada de The O.C. foram necessários para recolocar as nossas ondas numas mesma frequência e estabilizar a nossa canção, creio eu.

Ainda bem que as coisas se acertaram sem mortos, sem feridos e sem a necessidade dá intervenção direta do Comandante Nascimento, afinal, aquele clima de chiado não tem muito a ver com a gente.

Ahhh! E eu sabia que se abrisse a porta do carro aquela hora, ia atrapalhar alguma coisa, mas... perco a amizade mas não perco a piada!


=D

Ouvindo: Smallville & The O.C.m3u

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Meio Estranho no Paraíso

Eu caminhei um bocado, e nem pareceu tanto assim...
Como eu não tive a sorte que esperei ter no post anterior, levei duas horas e mais um pouco até me jogar na frente do carro da Dinda.
A cara dela de "Como Assim?" é irresistível.
A Nandinha inventou que queria sorvete, só pra fazer a Kate sair de carro. :D
Dentro do carro estavam as já citadas Nandinha e Dinda, e também a Bia (e a partir deste momento eu também).
A gente voltou pra casa da Kate e eu juro que acho que tocou a música do Akon nesse momento (ele e o seu "Nobári uana ciríos tuguedá").

Lá na casa da dinda me apresentaram para uma tal de Mara, ops... Andréa (eu acho que vou apanhar). Aí teve o almoço, teve o almoço de novo, teve que a gente ficou na sala vendo o acústico do Sandy e Junior.
Eu, Kate, Bia e Andréa, já que a Fernanda foi brincar de isoladinho num dos quartos por não gostar de Sandijúniu. COMO ALGUÉM PODE NÃO GOSTAR DE SANDYJÚNIU?

Eu acreditei inocentemente que lá estaria com um clima mais ameno que aqui. Ledo engano.
Deus do céu, que calor é esse?
Eu suava por todos os poros dos poros. Não era transpiração, era evaporação mesmo! =D
A gente passou o resto da tarde entre o Super Nintendo (béry náice!) e os filmes que eu não vi. Eu ainda dei uma dormida no chão...
A noite, fomos à missa.
E não sei por que o clima ficou meio pesado, mas ele ficou.
Mesmo quando a gente saiu pra comer, e apertou mais uma pessoa no carro (tia Helena, essa parte eu inventei!) e conversar um pouco.
Comi um hot dog gorduroso, bebi refri, fiquei com muiiiiita vergonha (como não ficava há anos) e depois disse e ouvi umas verdades daquelas que parecem lâmina, sabe?!
Pois é...
Eu queria que tivesse sido diferente, afinal, foi a primeira vez que eu e Mônica conseguimos ir pro mesmo lugar ao mesmo tempo, mas tudo bem... Espero que hajam novas oportunidades de corrigir essa noite, esse momento.
Depois uma longa conversa com a Angélica e com a Babi... e quando a Angélica foi dormir, eu e Babi ainda conversamos mais...
Então, fui dormir pra tocar a vida.

Pergunta do Dia: Como um momento pode ser tão agridoce assim?
Momentos memoráveis:
  1. Os protetores de calcinha
  2. "Is It Any Wonder"
  3. Tenho a porta em minhas mãos (literalmente)
  4. Em quem você se espelha?
  5. Driving Lessons
E para breve, mais surpresas do destino.

Se você não entendeu ou não conseguiu acompanhar, perdão, o sono destrói as habilidades que eu já não tenho.

E a fome também...

Ouvindo: Cristal Ball do Keane e Fluorescent Adolescent do Arctic Monkeys, que marcou o dia de ontem.

domingo, 23 de setembro de 2007

Uma Doce Expectativa

Essa semana foi extremamente cansativa. Vários dias de trabalho incessante, projetos postos em dia (mesmo sabendo que ainda faltam muitos para estar realmente "em dia"), ajudas e favores, sonhos e medos, saudade, fome, dor e muita alegria e para terminar com chave de ouro, um dia inteiro de trabalho, com vários problemas para resolver antes mesmo da hora da labuta (e vários para resolver logo depois também).
Em momentos assim, eu hei de concordar comigo mesmo quando digo que mereço o merecido descanso, por merecimento mesmo.
Então, depois de passar horas para resolver um problema que tinha a solução mais patética do universo, fui dormir bem tarde, e cá estou, acordado às 8:30 (em ponto!) para ir até a casa da minha madrinha.
O legal dessa vez é que eu consegui enganá-la, então... Ela não sabe que eu vou!
Esse é um daqueles momentos onde você pega todo o tempo livre e toda a disposição que ainda lhe resta (são dois ônibus, mais de uma hora - com sorte! - até lá!) e deixa a vida mostrar o que você está merecendo.
Então vou partir, porque pretendo ao menos almoçar por lá!

Até breve.