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terça-feira, 12 de junho de 2012

Presente do Dia dos Namorados? Tá aqui o que há de melhor!

Então você tá procurando um presente pra dar para a pessoa amada e deixá-la com essa cara de feliz aqui:


Então veio ao lugar certo. Me acompanha depois do Leia Mais?

sexta-feira, 25 de maio de 2012

FuckMusic.fm | A Playlist perfeita para o seu Dia dos Namorados


Dia dos Namorados vem chegando aí e eu precisava compartilhar essa ideia genial com os queridos amigos e amigas que possuem um par para se esquentar (e aos que não possuem também, afinal, motivo pra fazer amor é o que não falta no mundo).

Como algo que começa assim poderia dar errado?

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Manual de Redação da História da Sua Vida

Conversando com alguns amigos e familiares recentemente, fiquei pensando muito na maior de todas as filosofias de auto-ajuda. Não, calma aí. Na segunda maior de todas. A primeira e maior filosofia de auto-ajuda é, pra mim, tão relativa quanto debater o verde e o vermelho com um daltônico, então não é nela que eu estou pensando com frequência.

A segunda maior frase motivacional de todos os tempos está presente em TODOS os livros do Augusto Cury (confesso, eu digo isso sem ter lido nenhum), em todas as horas de sessões de todos os psicólogos da galáxia, em todos os filmes como Rocky, Karatê Kid ou Lua de Cristal, em todos os discos do Eminem e do  Charlie Brown Jr. (e também em todos os discos do Rouge), em todos os cartões de fim de ano. Se você ainda não sabe qual é o segundo maior mantra de todos os tempos, aí vai ele:

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

O Prazer de Poder Ficar Em Cima do Muro

"Ei, Mark, me add no Orkut?"
No final do ano de 2003, dois amigos começaram um projeto de faculdade que tinha como objetivo para ambos (ou talvez mais que objetivo, uma missão) aumentar seus níveis quase nulos de popularidade.


Por um bom tempo o projeto resultante dessa aliança deu muito certo, mas em algum momento do percurso a amizade na qual surgiu essa história de sucesso começou a ruir e não houve outra saída senão lavar a roupa suja diante de um júri.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Feliz 2011 ou Porque Eu Tenho Orgulho de Ser Saraiva

Para começo de conversa, aí vai o vídeo Homenagem às Gerações - Natal Saraiva que foi produzido por mim e pelo Bruno Saraiva. O vídeo é um passeio por momentos de nossa grande e incrível família e foi feito para ser apresentado em nosso tradicional encontro de natal. A mensagem é de gratidão aos que nos trouxeram até onde estamos hoje e um pedido silencioso de força e ajuda para que continuemos daqui, com o bastão passado a nossas mãos.





quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Cinema: Harry Potter e as Relíquias da Morte, Parte I

Antes de começar, aviso que o texto a seguir contém spoilers. Leia por sua conta e risco.



Eu pude ver o filme na primeira sessão de exibição ao público aberto, em Brasília, e minha nossa... que filme...


Começa com uma cena que é exclusividade da versão cinematográfica, aonde Hermione apaga a memória de seus pais para partir com os amigos em busca da aniquilação d'Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado. Essa cena foi um pedido do diretor do filme, David Yates, ao roteirista Steve Kloves, uma vez que no livro a passagem era mencionada e acredito que tenha contribuido com o clima de "fim da inocência" que permeia todo a película. 

E por falar em roteiro, ouso dizer que Kloves acertou pela primeira vez na série, cuidando da essencialidade do que é visto em tela, retirando excessos ou adaptando trechos de maneiras tão criativas que em algumas ocasiões, talvez tenham ficado melhores que em suas versões literárias (Edwiges, estou olhando para você).

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Parem o mundo que eu quero me atualizar!


Em conversa recente com a amiga e colunista do PoucoPop, Patricia Melo, chegamos à conclusão (mesmo que nenhum de nós tenha expressado isso em palavras) que o cinema, a televisão e as editoras andam produzindo mais do que nunca. Estamos numa era de overdose de informação e ainda não sabemos muito bem como lidar com isso.Para entender isso um pouco melhor, vou trazer a perspectiva para o ponto de vista da minha pessoa, assim, como quem não quer nada.

Eu, como todo nerd que se preze, gosto de estar bem atualizado. Gosto de ver bons filmes e seriados (e às vezes, os ruins também), ler bons livros e quadrinhos (aqui vale a mesma regra), gosto de saber o que se passa com o mundo. O fato é que, enquanto escrevo esse texto, o ícone do Google Reader que eu implantei no meu navegador, para que as notícias que leio não se acumulassem, está pulsando ali, com mais de 50 novas notícias, mesmo que eu tenha marcado tudo como lido lido uma por uma para saber do que se tratavam há menos de duas horas.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Uma Breve Análise Sobre a "Cara de Pau"

Dentre as muitas coisas que vi e quis compartilhar durante os dias de palestra do Almanaque de Criação, o vídeo a seguir está entre as cinco que mais brilharam aos meus olhos.

É nada mais que lições sobre liderança, que podemos obter observando um cidadão muito feliz dançando loucamente ao som de Santigold, Unstoppable.



O fato é que, de algumas as características marcantes da minha personalidade que eu possuia há cinco anos atrás e não possuo mais, uma das que mais sinto falta e que seria feliz se pudesse voltar a possuir, seria a cara de pau, a falta de vergonha na cara.
Porque é o que acontece quando você confia nas suas idéias, nos seus ideais. Você está fadado ao sucesso...
Ter coragem, ousar, não se ater ao que já foi feito.
E é do que mais sinto falta em mim. Da minha capacidade de ser "Unstoppable"!
Afinal, nunca fui muito convencional.

O lance é confiar na bússola interna, que guia nossos comportamentos, desejos e outras coisas mais... Mas no fim, é sempre a mesma coisa, mesmo que só no meu interior.

Eu beijo os pés do bom senso, mas presto culto à insanidade.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

O Mar de Monstros e Eu

Grande parte das obras que se desdobram em uma série, têm, caso a primeira parte de sua história faça certo sucesso, a injusta tarefa de prosseguir levando a qualidade adiante. Digo injusta porque ter como comparação para um novo capítulo a aclamada parte anterior da saga não é necessariamente uma tarefa que eu considere fácil.
Não quero entrar aqui na (eterna, infinita e imortal) discussão entre sucesso e qualidade, o que prolongaria (e muito) esse texto, mas digamos que as séries de sucesso tem lá o seu mérito, seja ele qual for.

Rick Riordan, supostamente criou um novo mundo, baseado numa cultura existente e reimaginou situações atuais para um contexto mais antigo que seresta de dia dos namorados. A brincadeira deu certo e o tal livro vendeu que nem água, teve seus direitos comprados por um grande estúdio e um filme dirigido pelo mesmo diretor dos primeiros longas de outra série infanto-juvenil que também sofre do problema citado anteriormente.

domingo, 24 de janeiro de 2010

"O Ladrão de Raios" e Um Pouco Mais

Terminei, enfim, O Ladrão de Raios, da série Percy Jackson e os Olimpianos. Sem me alongar mais sobre o livro, diria que apesar de ter achado-o morno no começo, ele vai melhorando. O ritmo vai ficando mais definido e você consegue enfim embarcar na carruagem em movimento, que é esse universo frenético que Rick Riordan desenvolveu, tendo por base a mitologia grega.
O humor tem pinceladas de acidez e o protagonista é, no mínimo, interessante!
Leitura recomendada!

Volto para uma nova mini resenha ao fim de Mar de Monstros.

A lista de livros que fiquei de ler (até 08/02) é a seguinte:

  1. Rangers: Ordem dos Arqueiros - Ruínas de Gorlan; John Flannagan
  2. Percy Jackson e os olimpianos - O Ladrão de Raios; Rick Riordan
  3. Percy Jackson e os olimpianos - Mar de Monstros; Rick Riordan
  4. Artemis Fowl: O Menino Prodígio do Crime; Eoin Colfer
  5. Artemis Fowl: Uma Aventura No Ártico; Eoin Colfer
  6. Artemis Fowl: O Código Eterno; Eoin Colfer
  7. Artemis Fowl: A Vingança de Opala; Eoin Colfer
  8. Artemis Fowl: A Colônia Perdida; Eoin Colfer
  9. Artemis Fowl: O Paradoxo do Tempo; Eoin Colfer
  10. Arquivo Artemis Fowl; Eoin Colfer
No post anterior, faltou também falar de dois livros nos quais ainda vou pôr os dedos. O primeiro é Formaturas Infernais, que é um apanhado de cinco contos de cinco autoras diferentes, entre elas, as badaladas (aqui no Brasil, pelo menos) Stephenie Meyer e Meg Cabot.
Li um dos contos, acho que o de título "Salada Mista", da Michelle Jaffe e bem... foi legalzinho.
Em breve termino a leitura do livro.

Outro que estou ansioso é A Batalha do Apocalipse, do Eduardo Spohr. Em breve recebo a minha edição, que comprei em pré-venda no JovemNerd, com autógrafo e o caralho a coatro.
Ainda dá tempo de comprar...

Por enquanto é só isso,

Vejo vocês na próxima página.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Dando Um F5 Na Leitura

Mês de férias e tanta coisa pra fazer.
Filmes que precisava assistir, livros pra ler, séries para colocar em dia...
Foi (e ainda é) tanta coisa em que me atualizar que nem sei se lembro de tudo.
Então fica combinado assim (#sorrisomarotofeelings) vou fazer um post sobre livros, um sobre filmes e um sobre séries, ok?!

Estão aí então, minhas opiniões rápidas sobre tudo que li por último e o que pretendo ler em breve.

2009/2010:

Taí um ano em que eu acabei lendo pouca coisa.
Além da série Crepúsculo, da Stephenie Meyer; terminei também a série Ciclo da Herança (Eragon, Eldest e Brisingr), do Cristopher Paolini. Ou melhor, terminei até onde era possível, porque o que era a tal Trilogia da Herança virou Ciclo da Herança, pra ganhar mais um livro. Só que os boatos que cercam a internet ultimamente, dão o Paolini como morto e com o corpo escondido, tendo em vista que ele não termina o quarto livro e também não dá notícia alguma sobre porra nenhuma.

Em setembro eu comecei o volume único de O Senhor dos Anéis, que é um livro fantástico e eu recomendo aos meus leitores com força, mesmo que você já tenha visto os filmes. O livro é imenso mas a história é encantadora e transpõe você para a Terra Média. Para os leitores de pouca fé, recomendo os volumes separados, com as três partes da história que em geral, você encontra de promoção em alguns sites da internet, inclusive com O Hobbit e O Silmarillion juntos.

O Hobbit foi outro que li, no segundo semestre do ano passado. É cativante, engraçado e muito mais leve que seu irmão mais novo (em todos os sentidos possíveis) . Provavelmente, dará um bom filme já que tem como diretor o Guillermo Del Toro, tendo em vista o seu ótimo portfólio brincando com fantasia (ele é o diretor de O Labirinto do Fauno, Hellboy e Hellboy 2) sem contar que o produtor do filme é ninguém menos que o ex-gordo, Peter Jackson (que pra quem não sabe, dirigiu os três O Senhor dos Anéis).

No final do ano, ganhei de presente os dois volumes que eu não tinha da série Artemis Fowl e eu sou muito grato a Fran e ao Bruno por isso. Estou morrendo de vontade de reler a série e ainda não comecei apenas porque o meu volume três está emprestado. Assim que voltar, caio de cara.

Agora, em janeiro, li um título em que estava mega ansioso para colocar as mãos. Trata-se de Rangers: Ordem dos Arqueiros do John Flannagan. Eu fui achando que era mais uma série infantil, daquelas com escrita fácil e pouco bom senso, saca?! Me surpreendi com a série e virei fã. Quero agora os outros volumes (até onde pesquisei, são dez livros, dos quais, só quatro saíram aqui no Brasil, até então). A série conta a história de um garoto magrela, órfão e meio loser, que apesar de tudo que já foi citado sobre ele, gostaria de entrar para a escola de guerra do reino. No entanto, acaba virando aprendiz de outro mestre de ofício, um que ele não esperava de jeito nenhum... Completamente recomendado.


Comecei a dois dias o legal porém só isso O Ladrão de Raios, da série Percy Jackson e os olimpianos, do Rick Riordan. A série é bacana, é best seller a nível mundial, vai ter um filme e tal, tá todo mundo falando dela e até agora eu não consegui entender o porque de tudo isso. O primeiro livro está legal, cumpre o seu papel, tem os tão comentados paralelos com Harry Potter, mas... Será que é isso tudo que estão comentando? Eu particularmente acho que não. Minha teoria é que, quando a série Harry Potter acabou, os fãs se dividiram em duas vertentes: os que odiaram Crepúsculo (ou ao menos dizem isso pra quem quiser no Twitter) e precisavam de alguma outra nova série pra se encontrar (e acredite, Percy Jackson pode ser como Harry Potter em outro mundo, mas esses fãs nunca assumiriram). E existem também os que abraçaram Crepúsculo, abraçaram o Edward, a Bella e o Jacó. Acho que é daí que vem todo o hype em cima de Percy Jackson.


No entanto, a série tem um papel importante, quando explica de forma literária (e não pedagógica) quem são os personagens do qual já ouvimos falar mas não fazemos ao certo idéia de quem são, dentro do conceito da mitologia grega.
Ou seja, é legalzudo, mas é mais hype que talento propriamente dito.

No momento, estou numa maratona para conseguir ler dez livros em 20 dias, mais ou menos. É que a Fran ficou de me presentear com o segundo volume de Rangers, caso eu conseguisse essa façanha. Se eu perder, meu Lua Nova passa a ser dela, então... Lá vamos nós!

A lista de livros que fiquei de ler é a seguinte:
  1. Rangers: Ordem dos Arqueiros - Ruínas de Gorlan; John Flannagan
  2. Percy Jackson e os olimpianos - O Ladrão de Raios; Rick Riordan
  3. Percy Jackson e os olimpianos - Mar de Monstros; Rick Riordan
  4. Artemis Fowl: O Menino Prodígio do Crime; Eoin Colfer
  5. Artemis Fowl: Uma Aventura No Ártico; Eoin Colfer
  6. Artemis Fowl: O Código Eterno; Eoin Colfer
  7. Artemis Fowl: A Vingança de Opala; Eoin Colfer
  8. Artemis Fowl: A Colônia Perdida; Eoin Colfer
  9. Artemis Fowl: O Paradoxo do Tempo; Eoin Colfer
  10. Arquivo Artemis Fowl; Eoin Colfer

Sem contar que, em minhas andanças pelas livrarias tenho observado alguns títulos que não se manterão longe de mim por muito tempo. Entre eles estão a série Dragões de Éter, Peter Pan e Peter Pan Escarlate, Coração de Tinta, a série Fronteiras do Universo, a série Crônicas do Mundo Emerso, entre muitos outros...

Não é difícil perceber que sou chegado num livro em série, nem numa boa história de fantasia, né?!
Então... Pra fechar esse post, fica a dica pra quem é que nem eu. O ótimo LivrosEmSérie.com.br , que ajuda a entender melhor qual livro pertence a qual série e qual volume ele é de determinada série.

No fim, é só isso por enquanto...

Até a próxima página!

sábado, 10 de outubro de 2009

Tutorial Para Fazer Você Mesmo o Seu Novo Cd do Charlie Brown Jr.

O novo álbum do Charlie Brown Jr., Camisa 10 Joga Bola Até Na Chuva, foi lançado oficialmente (se você obteve na internet, pode ter sido antes disso) dia 25 de setembro e eu já trago em primeiríssima mão um mega tutorial ensinando passo-a-passo como criar o seu próprio novo CD do Charlie Brown Jr. no conforto do seu lar. Seguindo nossas infalíveis dicas, não há dúvida, você há de fazer um novo cd do Charlie Brown Jr. muito semelhante ao lançado pela própria banda.
Confira:

"Faça Você Mesmo o Seu Novo Cd do Charlie Brown Jr."

1) Faça uma música com base simples e um solo de guitarra, que fale de amor. Ela será seu primeiro single.
2) Faça uma crítica social para um problema qualquer, mas não se preocupe em apontar a solução. Deixe isso para os governantes.
3) Critique os governantes por ainda não terem resolvido o problema social proposto na dica anterior.
4) Faça uma música no violão e voz (pode usar também um tecladinho simulando um piano, se não tiver nenhum, existem vários softwares que fazem isso, são gratuitos e você pode pegar aqui www.baixaki.com.br). Ela será um dos últimos singles do álbum (talvez o último), serve também para fazer a multidão de fãs que nem lembra mais quem é você te amar de novo, quando começar a ser veiculada na Jovem Pan.
5) Faça um clipe com skatistas, não importa para qual música. Pode até ser para aquela romântica.
6) Esqueça que um dia você falou de "rima rica e rima rara" e junte várias estrofes sem sentido em canções que tem rima pobre.
7) Faça uma música "cheia de atitude", contando como você deu a cagada de casar com uma gostosa a milianos atrás. Faça marketing pessoal da sua mulher.
8) Use as mesmas frases de efeito em diversas músicas diferentes. Elas servem para fazer a galera gravar a sua mensagem. Isso funciona, pode apostar. Hitler fazia isso.
9) Repita aleatóriamente as palavras amor, paz, mulher, loucura, vagabundo e humildade ('correria' também, mas nem tanto).
10) Não se preocupe se você não toca absolutamente nada, você serve para cantar. Chame seus colegas que tem instrumentos, mesmo que eles também não saibam tocar, abram o CifrasClub e o YouTube e assistam algumas vídeo-aulas.
11) Durante a composição, não esqueça de passar a mensagem de que se seus fãs são seus fãs de verdade, eles vão gostar de qualquer coisa que sair das reuniões com seus amigos. Isso se chama fé.
12) Utilize milhões de vezes a palavra família.
13) Critique tudo e a todos, mas não se esqueça do seu discurso de paz.
14) Agora solte o seu single "acidentalmente na internet".
15) Grave um depoimento no YouTube, lamentado pelo acontecido mas criando um clipe para o tal single que não deveria ter saído, mesmo que ele só vá ser lançado dias depois.



16) Invente umas frases que soam legais, mas que ninguém faz a menor idéia do que significa. Ex: "Na moral, eu não tô envolvido mas o meu papo não faz curva."
17) Tenha pinta de maloqueiro skatista. Ser bonitinho é coisa de outras tribos que curtem outras bandas. EMO's, estou olhando para vocês.
18) Se quiser "inovar", convide um rapper aleatório para cantar com você. Pode ser qualquer colega seu que fazia beat box na escola. Isso se chama expressão das ruas, mesmo que a rua onde ele mora seja melhor que a sua.
19) Faça uma foto de você e de seus colegas de banda, em preto e branco e com cara de cantor de hip-hop gringo e no PaintBrush edite a imagem. Para o encarte, use fotos de vocês com os instumentos do seu Rock Band, caso você não tenha instrumentos de verdade. Caso não tenha câmera, use o arquivo aqui do blog, no fim do post.
20) Envie seu disco para 10 zelas fãs subirem ele na internet resenharem, antes do lançamento.

E brother que eu sou, ainda disponibilizo aqui um arquivo para você abrir no seu Photoshop, com a capa do cd, para você preencher com as caras dos seus coleguinhas de banda. Óia. :D
É só clicar na imagem abaixo e fazer o download no 4Shared.


Não deixe de fazer o seu.
Ou deixe... Na verdade, muita gente vai agradecer.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Deixa eu ver se entendi…

Desde o pós-segunda guerra mundial até a metade da década de 50, o marketing era visto como um estudo para os canais onde os produtos deveriam ser distribuidos, já que todo produto era feito para atender à demanda do mesmo porque tava rolando a tal da época de escassez dos produtos.
Daí, no início da década de 60 rolou uma fortificada na economia, a concorrência aumentou, aí começaram a tratar o marketing como uma disciplina aplicada dentro do campo da ciência comportamental, onde o objeto de análise eram as relações entre comprador e vendedor.

Então, alguém achou que seria mais esperto fazer logo um monte de unidades do mesmo produto, estocar e empurrar pro consumidor, o que deve ter dado errado depois de algum tempo, porque um outro espertão achou que o melhor seria “estudar” o que deviam estocar e o que não deviam e você sabe como é o mundo, né?! Alguma lábia e dá pra fazer com que todo mundo faça do jeito que você quer…
Só que, a idéia era boa mas precisava ser aperfeiçoada, então, alguém fez uma tabela e… Deus sabe como tudo fica mais fácil quando alguém faz uma tabela (com gráficos também facilita muito a vida). Essa tal tabela só orientava as pessoas a fazer o que esperava-se que elas já soubessem fazer: Tocar o seu negócio com honestidade, dignidade, sem estar matando ou roubando (ou não). Basicamente era o seguinte: Você tinha que marcar seus clientes como se todos fossem um daqueles alvos onde a gente atira dardos, saca?! Tipo… Rolava uma pesquisinha de mercado e pá, rapidão você sabia qual eram os clientes que precisava atingir e quais não te interessavam. Aí você montava uma fórmula estratégica pra atingir esse povo logo após definir muito bem qual era o seu produto, com isso você podia fazer uma coisa que os publicitários, marketeiros e os sem-vergonha chamam de Mix de Marketing, que nada mais é do que definir o produto a ser lançado, escolher aonde lançar, como é que você vai mandar pra esses lugar e como vai fazer as pessoas saberem que ele está lá pronto pra ser comprado. Depois disso tudo pronto, era só ficar de olho nos concorrentes, ir se planejando pra não ficar na mão, botando seus planos em prática e se organizando e controlando pra não fazer burraldice.
Chamaram essa tal tabela de “Esquema do processo de marketing e a orientação para o mercado”. Nome bonito!

Pois é… Aí, vieram as eras da produção, das vendas e do marketing. As duas primeiras visavam ser eficientes e vender bagaralho, já a terceira queria um pouco mais. Ela queria criar necessidades e desejo, tal como uma mulher voluptosa encaixada num pequenino vestido vermelho. Pra isso, ela se empenhava em ser a mais fodona. Ela queria transmitir seus valores pros clientes. Utilizando da estratégia chamada 4 P’s (ou #quatropês) onde o cidadão decidia qual PRODUTO queria vender, determinava o PREÇO que ia cobrar, escolhia quais os melhores PONTOS DE VENDA e por fim fazia sua PROPAGANDINHA básica…

Com o passar do tempo (e com muitas pessoas esforçadas estudando, dando o melhor de si) percebeu-se que alguns produtos tem a vida limitada, que triste. SNIF! o que requer sempre novos produtos no portfólio da empresa, saca?! Então as empresas começaram a buscar novas soluções pra acabar com este mal que assolava as aldeias de produtos indefesos…

Foi nesse cenário aterrorador para os pobres produtos, que o marketing passou a ser visto como um facilitador nas transações comerciais. Era quase como KY na hora do… bem… deixa pra lá.
Ele passou a organizar quais as ferramentas eram necessárias para uma digievolução lucrativa dentro de cada empresa, tipo os fluxos de produtos, serviços, comunicação, pedidos e pagamentos e também nomeou alguns facilitadores no trabalho geral como por exemplo transportadoras, seguradoras…

Eis que então, o mundo saiu da era da competição e penetrou na era da colaboração estratégica, onde as maiores dificuldades eram as rápidas mudanças (oi, internet!), a falta de gente que sabe fazer a poha toda bem feita e os clientes se tornando bem mais insuportáveis exigentes.
As empresas passaram a utilizar-se da colaboração entre os clientes, os fornecedores, os distribuidores e até mesmo os concorrentes que são as pessoas que copiaram a sua idéia na hora de montar uma empresa no trabalho semestral da disciplina de empreendedorismo. O resultado dessa união toda foi que surgiram muitas novas estruturas de organização empresarial e muito mais gente pra sair junto caminhando e cantando e seguindo a canção.
As empresas entraram numa competição apenas por redes que gerou mais eficiência e cada um ficava no seu quadrado de especialização, os custos eram menores porque todo o time tava junto.

Nessas uniões, porém, nem tudo era um mar de rosas com perfume de Albany. A criação das alianças fez muita gente refletir uma porrada de coisas, como por exemplo, “quem vai mandar na porra toda?”. Outras questões levantadas eram o que mantinha uma empresa fazendo a outra feliz, pra continuarem juntinhas e logo se percebeu que pra trabalharem juntas precisavam ser amiguinhas e abrir mão de algumas coisas, de vez em quando.

Mas como o ser humano é um bixo mais complicado que entender a linha do tempo de Lost, logo começaram a surgir as crises que precisavam ser podadas, estabelecendo-se então, algumas normas sociais. Coisinha simples… Alguém disse “Olha, grandes empresas. Assim tá foda pra caralho muito dificil. Vocês precisam ser mais solidários, mais mútuos, mais flexíveis, precisam definir com mais clareza qual é o papel de cada um e precisam saber como vão adm. os conflitos“. Assim, muitos problemas foram resolvidos.

Era então, a hora de avaliar a estratégia de colaboração. Decidiu-se que precisavam focar em suas próprias competências e mamar nas tetas dos seus parceiros quando for a hora deles suarem a camisa. Precisavam também, definir o que era mais importante, porque se rompessem a parceria, podia dar merda no resto todo. E precisavam definir os motivos que os levassem a parceirizar-se. Tipo… você confia no grupo do lado? O ambiente tá de boa pra fazer parceria? Isso vai deixar a sua empresa mais fodona? Mudanças organizacionais pelas quais terá de passar? Qual o final de Lost?

Bem… Acho que entendi a primeira parte do todo, vamos ver o resto!

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Então, é Natal?

O que você quer ter, daqui para frente?
Quais são as coisas que você deseja conquistar? O que vale o teu suor, teu sacrifício? Quais são os medos que você vai deixar para trás? De quantos outros sonhos você vai abrir mão para alcançar os que almeja?
E se teus caminhos provarem ser impossível obter o que queres? Vai desistir?
Quando é a hora de parar de lutar? E... Para o que não se deve parar de lutar nunca?
Sabe... Se há algo que aprendi assistindo ao sofrimento da minha avó, foi que mesmo em face da dor, unidos, alcançaremos a paz de espírito e é disso que se faz a felicidade. A alegria á a presença intensa da tranqüilidade da alma, do amor!
Com a união, podemos chegar a lugares inimagináveis, alcançar o impossível e realizar o insonhável...
Há quem diga que o verdadeiro amigo é o que permanece contigo na hora da tristeza, no entanto, creio que isso seja um engano dos grandes. Uma vez que até o inimigo é capaz de suportar tuas lágrimas, tendo em vista que isso o fortalece, amigo de verdade é quem não te abandona nos momentos de alegria, porque é aí, que somos insuportáveis.
Neste momento, onde todos estamos nos reunindo, estamos contentes, podemos partilhar um pouco desta amizade, desta união, desta felicidade que permite o impossível.
O que peço, é que reflitamos um pouco sobre quem somos, aonde estamos (eu me refiro à sua vida, não ao lugar onde pôs sua bunda gorda), aonde queremos chegar e, sobretudo, o que estamos fazendo para que os nossos irmãos cheguem aonde desejam estar.
Somos responsáveis sim, uns pelos outros. Responsáveis não por levá-los aonde querem chegar, mas por abrir os caminhos para facilitar o acesso.
Que em 2009, cada um de nós espere menos reconhecimento, seja mais humilde e amoroso, mais compreensivo, que ouça mais e ouça melhor. Que aprendamos a não destruir os sonhos alheios, porque eles são o combustível da alma.
Que sejamos então, a ponte que separa quem somos hoje, sozinhos, de quem seremos amanhã, irmãos, afinal de contas... Somos todos mesmo, eternamente responsáveis por quem cativamos.
#fikdik

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Dia Nacional do Livro (com frete na faixa)


Uma verdade sobre mim é que além de ser gordo e feio, sou completamente apaixonado pelos livros. Bem, não só pelos livros em si, mas por toda a palavra, pela maneira como as letras se unem à nossa vontade, pra transmitir todo tipo de sentimento, expressar qualquer pensamento ou emoção...

Para os que não sabem e para os que não lembram e para os que não sabem se já sabiam mas não lembram, hoje é o Dia Nacional do Livro, e como é fato recorrente por aqui eu comentar sobre eles, que são o melhor amigo do homem, achei que seria necessário, no mínimo obrigatório compartilhar a promoção bacanuda que o Submarino preparou somente para hoje.

Além de uma porrada de livros estarem com preços promocionais, qualquer livro do site, sem limite de preço, está com o frete gratuito. Ou seja, é mais barato que ir ao shopping comprar seu exemplar de Será que a Gente Combina?: Descubra se Seu Amor Vai Dar Certo. Pela internê você ainda economiza o dinheiro do combustível...

Então é isso, no Dia Nacional do Livro, todo a livraria do Submarino com frete gratuito. #fikdik

;)