quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Comunicação Com Teorias?

OK, eu assumo. Matei aula hoje!

E faltei a aula na promessa - vã, por sinal - de me dedicar veemente aos estudos das Teorias da Comunicação. Uma coisa meio chata, tendo em vista que a única coisa proveitosa em todas elas, que ocorrem desde o fim da primeira guerra mundial, foi verificar que tudo que foi feito nesse campo, até então, são equívocos sem fim. Ou seja, eu estou estudando um bando de teorias que comprovadamente já foram derrubadas. Elas servem apenas para que as pessoas não repitam os mesmo erros partindo para outros caminhos.

Veja bem, não é uma crítica, mas... Pelo amor de Deus. No começo das pesquisas empírico experimentais (também conhecido como método São Tomé, "só acredito vendo"), os pesquisadores criam que a propaganda tinha cem por cento de eficácia sobre as grandes massas, o que significa dizer que todo mundo que visse um comercial de pomada para hemorróidas iria querer usá-la. Nunca foi preciso nenhum estudo para que eu percebesse (assim como percebi sozinho que a vovó Mafalda era homem e que o Papai Noel nunca era o mesmo velhinho por dois anos seguidos) que a publicidade é incapaz de atingir TODO MUNDO com uma mesma mensagem.
Até porque, se fosse assim, não seria publicidade, seria hipnose!

Enquanto prossigo embromando os malditos estudos da persuasão, fico divagando sobre a carreira de consumismo, de luxo e repleta de luxúria e ganância que escolhi. E olha que pretendo ser publicitário, não gigolô ou cantor de HIP-HOP.

Fazer o quê, né?!
Como bem pregava minha doce professora do semestre passado:
"A função da publicidade não é vender sapatos, mas ensiná-los a andar descalços."
O lance é mentalizar uma maneira de ajudar a construir um mundo melhor dentro desse universo cada vez mais con$umista e então, seguir em frente.