quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Se eu peco é na vontade

Há quase duas semanas venho querendo escrever por aqui, mas simplesmente não sabia o que ou porque!
Então resolvi desligar a barreira da formatação que queria dar ao texto, botei a música mais brega que podia pôr pra tocar aqui e vim escrever...

Procurando o meu sossego, procurando meu sufoco.
Me meti a querer corrigir a posição dos móveis sendo rearrumados aqui em casa, porque afinal, um quarto ficou sobrando desde que minha avózinha foi para junto de Deus!
Eu divido um quarto com três pessoas, ou melhor, dividia. Meu tio migrou para o quarto da vovó e aqui ficou com a vaga de uma cama sobrando. Numa casa com sete pessoas, o espaço de uma cama é valiosíssimo.
Acabei ganhando um indesejável guarda-roupa, já que minhas camisetas ficavam numa arara-armada, e eu preferia como estavam, mas minha mãe não.

Além dessa arrumação, tem a outra, mais complicada. Arrumar a vida.
Botei os móveis todos pra fora e estou com uma preguiça danada de colocá-los todos pra dentro novamente. Parece que não vão caber nem com bastante esforço.

Ando sem ânimo para a faculdade, para a leitura, para a escrita, para o trabalho, para a vida.
Precisando constantemente de café, nada de saúde.
Sinto que em breve, se não concerto isso, vou ser bombardeado por todos os lados.

Consigo sim, achar a poesia nas pequenas coisas... mas passo longe de transpassá-las ao papel, como fazia com certa facilidade. Preciso encontrar o meu eixo, minha abscissa e minha ordenada.
Mas, se o sono é mais forte, me entrego...

Então, enquanto ando torto, a quem lê o blog, fica a dica. Parafraseando Marcelo Camelo, na última faixa do lindíssimo Los Hermanos na Fundição Progresso:

BRIGADÃO PORRA, VOCÊS SÃO A MELHOR PLATÉIA DO MUNDO!