quarta-feira, 20 de junho de 2012

Aleatórias: Umas Canções, George Orwell, As Panteras e The O.C.

Pra começar, uma confissão: Tô com vontade de falar sobre um milhão e meio de coisas diferentes, por isso, não sei necessariamente sobre qual dessas coisas acabarei falando. Peraí, deixa eu colocar uma música pra tocar e ver se fica mais fácil. (Acabei de apertar o Next - no aleatório - dez vezes seguidas e nada de bom tocou até agora). Pronto, tá tocando aquela fofinha do Best Coast, Our Deal, que tem o clipe foda com a Hit-Girl e que foi dirigido pela Drew Barrymore, sabe? Como não? Essa aqui ó:


Acho que tem uma versão do vídeo completa no Youtube, procura lá.


Então, voltando a falar do que eu estava falando anteriormente, que não era nada, eu vim aqui, sentei a bunda gorda na cama macia pra escrever sobre o que viesse na mente, mas estava com vontade mesmo era de escrever sobre o que andei lendo ultimamente. Por isso eu até tinha fundado um clube de leitura lá no trabalho, junto com a Maya Ribeiro, mas a ideia era outra... (era um clube de leitura pra ler obras clássicas que nós, no alto da nossa ignorância falta de tempo, nunca havíamos lido). 
A ideia é muito boa e o primeiro título escolhido foi A Revolução dos Bichos, do George Orwell, que era um senhorzinho muito inteligente e maluco (e que me lembra muito aquele cara do primeiro filme das Panteras, que tem tara no cabelo da Drew Barrymore, lembra?) que, diferente de muita gente inteligente e maluca politizada, resolveu que ia escrever um livro que fizesse até o mais tapado ser humano andante de duas patas entender um pouquinho sobre como surgem governantes filhos de uma porca. E o livro desse senhor, de fato, é muito fantástico.
Mas não era sobre isso que eu queria falar.

Eu queria falar dos livros que eu li mas não tenho ninguém pra comentar, sabe? Sem ser os clássicos, sem ser os hypes... Simples como eram antigamente, livros bons, nas prateleiras, esperando para serem lidos.

Mas daí, eu gastei esse texto inteiro comentando sobre o que eu queria falar e acabei não falando, pra variar. Depois eu reclamo que ninguém lê o que eu escrevo aqui e blábláblá... Enfim.

Então, fica combinado assim: O próximo post deve trazer, provavelmente, alguns títulos que eu li recentemente e não tive ninguém com quem dizer "viu como era bom?" e a pessoa respondeu "era mesmo", ou até mesmo a pessoa respondeu "nem era não, achei uma droga" e aí eu vou dizer que "eu não achei não, achei mó bom" e aí a gente vai dar chiclete um pro outro e sair pra jogar bola como se nada tivesse acontecido.

Ou talvez, quem sabe, eu esteja mesmo é precisando que você aí, leitor, me diga o que andou lendo nos últimos dias e eu fico de te dizer se já li, se tá na minha lista, se conheço alguém que leu, ou só te agradeço por ter me indicado um livro com o qual você dividiu o seu tempo.

É isso... Essa é uma daquelas reflexões que a gente faz quando está sozinho na cozinha, às 3 da manhã, preparando um Toddy pra tomar sozinho, ouvindo essa música aqui:


Que na verdade, é uma versão dessa daqui, e que eu conheci assistindo The O.C., que é, definitivamente (isso não está aberto a discussão, é um assunto que já foi votado na Suprema Corte da Minha Consciência e, pelos poderes a mim conferidos, instituí como lei UNIVERSAL) o melhor seriado adolescente de TODOS OS TEMPOS (significa que nunca produzirão nada melhor, e ponto final, pare já de chorar e vá pedir à sua mãe que troque suas fraldas, bebêzão) e que eu já vi e revi completo, e poderia fazer tudo isso de novo, mas estou esperando primeiro me mudar com a Fran pra casa nova pra gente assistir tudo de novo, assim que acabar de ver Lost (no meu caso, de rever Lost, ela que nunca viu), mas isso já uma outra história.



É... Eu tinha uma maneira muito boa pra acabar esse texto, mas aí eu esqueci ela lá no meio, depois eu lembrei dela de novo, mas aí percebi que ela dava um spoiler da minha vida que eu não estou pronto pra revelar ainda, então vamos terminar só do jeito clássico mesmo.

Até a próxima página.

Fim!

Mas antes de dar CTRL + W ou ALT + F4 ou ESC ou sei lá que caralho de botão você vai usar pra fechar a aba sem comentar, ouve só mais essa aqui, aí eu deixo você ir de boa:

Fala se não dá vontade de abrir as cortinas da vida com essa?

Pronto, agora pode ir. Muito obrigado pela visita e... volta sempre que tiver com a cabeça cheia, tá?!