quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Considerações Sobre o Amor

Coração com xadrezAi que confusão... Na cabeça e no coração!

Você decide que dessa vez vai dar certo e não importa o que aconteça, você vai sorrir no final. Sempre aparece algum infeliz com o clichê "se o final não é feliz, então ainda não é o final!"...
Grande merda! Continua infeliz do mesmo jeito.
E bem... A sensação que eu tenho é que o final ainda está longe de chegar e essa parte do filme está particularmente tediosa.

Você pensa por dias e decide deixar a situação na mão do coração. E o que ele faz?
Apronta uma burrada...
Depois me chamam de manipulador, de maluco, de egocêntrico.
Oras, a porra da vida é minha e eu tenho o direito (quase o dever) de poder decidir o que e quando sentir.

Também... Quem precisa do livre arbítrio?
Não seria mais fácil se Deus desse a cada um de nós um par e pronto.
A maioria ia querer trocar de vez em quando, mas...
Poxa... Esse lance de procurar a alma gêmea dá trabalho demais.
Não que eu não goste!

Lembro da época de escola... Eterno romântico incorrigível!
Como se fosse um erro que eu cometi. Uma praga que precisasse ser exterminada.
Não, o amor não é um problema.
O problema somos nós! Sempre insatisfeitos...

Tudo bem, eu concordo que às vezes, o amor pode gerar algumas contravenções.
Conheço um fulano que perdeu a vida pro amor... e não foi nada lindo!
Ele acordava apaixonado, cumpria suas obrigações apaixonado e antes de dormir, pensava na razão de sua paixão.
O fulano simplesmente deixou de viver... Só pensava no amor.

O amor vicia!
E o problema maior, é quando nos apaixonamos pelo próprio amor.
É como estar em constante queda livre!
Maldita queimação interior que não passa com goles de água, leite ou Engove.
E é um tal de estar sempre encantado, empolgado, aflito.

E é essa aflição que, cedo ou tarde, faz a gente entender o propósito de tudo!
Ou Deus não existe ou a razão maior de viver é simplesmente amar...


...e pra mim, a existência de Deus é incontestável!