domingo, 4 de outubro de 2009

UP - Altas Aventuras




Eu não gosto do Pixar.
Eu acho todos os trabalhos deles absurdamente perfeitos, sério, mas, não gosto do caráter da empresa.
É que... Os caras cuidam tão bem dos seus filmes que aposto que eles tem funcionários como escravos, ou sei lá que outra coisa perniciosa eles devem fazer para manter sempre gente fazendo aquelas animações em padrões tão absurdamente geniais.
De verdade.
É impossível fazer as coisas lindas que eles fazem agindo da forma correta.
Aposto que deve existir algo que vai contra as regras ali.
Só pode.

Esse era pra ser um texto que diria o quanto UP - Altas Aventuras é lindo, foda e o quanto você precisa remover sua bunda gorda dessa cadeira e correr para a primeira sala trêisdê da sua pacata cidade para deliciar-se com as altas emoções tão bem desenvolvidas daqueles personagens tão incríveis, se é que você ainda não o fez (e se fez, faça de novo).
Só que eu não direi nada disso.
Nem vou tentar sonhar em dizer nada disso...

Tudo que eu precisava (e poderia) dizer sobre UP - Altas Aventuras, foi dito no silêncio daquela sala de projeção, ontem de madrugada, quando algumas lágrimas puras e cheias de significado rolaram do meu rosto.
Elas diziam... Pixar, continue fazendo as coisas assim, do jeito que todos dizem que "NÃO VAI DAR CERTO".
Essa é a coisa mais contra as regras que vocês podem fazer.
Isso mesmo, contra as regras. Porque eu não poderia usar a palavra ilegal.
Quebrar regras é a coisa mais legal que o Pixar faz.

E sempre faz bem feito.

De coração, meu muito obrigado.